Este é o Manual do Imposto de Renda 2018 para a Pessoa Física (manual não oficial com foco no contribuinte investidor). Aqui o contribuinte encontrará todas as informações necessárias para recolher a declarar o imposto de renda. Além disto você encontrará informações sobre a consulta e a restituição do imposto de renda retido. Trata-se de um guia do imposto de renda 2018. 

O imposto sobre a renda ou simplesmente imposto de renda é um tributo da espécie imposto existente em vários países, em que cada contribuinte, seja ele pessoa física ou pessoa jurídica, é obrigado a pagar uma certa porcentagem de sua renda para o governo, nacional ou regional, a depender de cada jurisdição.

O cálculo do tributo tem por base uma nova riqueza produzida pelo contribuinte, seja por fruto de trabalho, capital, ou ambos (rendimentos tributáveis), sobre a qual se aplica uma porcentagem (alíquota), obedecendo tabela produzida pelo organismo fiscalizador de cada país.

Este tributo tem como principais características a generalidade, sujeitando todo contribuinte que obtenha rendimentos tributáveis; a universalidade, atingindo e todo e qualquer rendimento tributável auferido pelo contribuinte; e a progressividade, impondo alíquotas maiores para rendimentos maiores e vice-versa.

Novas Regras do IRPF para 2018

Por Luis Fernando F Costa – Advogado Tributarista (Aposentado da RFB) lffcosta2@yahoo.com.br

IRPF 2018

Pelo princípio da anterioridade (CF 150, III, b), as alterações nas regras tributárias, como no caso do Imposto de Renda, devem ser publicadas até 31 de dezembro do ano anterior, para viger no ano seguinte. No caso da Tabela de isenção, bem como os valores dedutíveis, estes não sofreram correção e estão defasadas em cerca de 80% considerando 01.01.1996 a 31.12.2017. O prazo para prestar contas com o Leão começou no dia primeiro (1.) de março e vai até o às 23h59 do dia 30 de abril. A obrigação de declarar, assim, atinge cada vez mais assalariados e autônomos, que, por mérito ou por negociação, conseguiram um reajuste salarial e terão que declarar, pois o valor de isenção permaneceu o mesmo de R$ 28.559,70 e, no caso de atividade rural, cuja receita bruta tenha excedido a quantia de R$ 142.798,50. Ainda estão obrigados a declarar, quem teve rendimentos não tributáveis acima de R$ 40 mil; ganho de capital na alienação de bens ou direitos; realizou operações na bolsa de valores; tem bens acima de R$ 300 mil; passou a residir no Brasil; e quem ganhou com imóveis e não comprou outro num prazo de seis meses também deve prestar contas.

Outros esclarecimentos

A Receita Federal do Brasil normatizou, por meio da Instrução Normativa nº 1.760, publicada no Diário Oficial da União de 20 de novembro de 2017, que todas as pessoas com oito anos de idade ou mais, consideradas como dependentes ou alimentandas na declaração de 2018, referente às informações do ano-calendário 2017, estão obrigadas a ter sua inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas – CPF. A partir de 2019, todas as pessoas deverão ter o cadastro, independentemente da idade, para que sejam consideradas dependentes ou alimentandas. Até então, o fisco só exigia o CPF dos dependentes com idade superior a 12 anos.

Tributação

Outras novidades estão na Instrução Normativa nº 1.756, publicada no Diário Oficial da União no dia 6 de novembro de 2017, que trata das regras gerais de tributação, a saber:

a) As pessoas físicas que aderiram ao Regime Especial de Regularização Cambial e Tributária – RERCT devem informar na Declaração de Ajuste Anual os bens e direitos de qualquer natureza constantes da declaração única de adesão ao referido regime de regularização;

b) No caso de guarda compartilhada, cada filho pode ser considerado como dependente de apenas um dos pais;

c) Não estão sujeitas à retenção na fonte do imposto sobre a renda as remessas destinadas ao exterior para fins educacionais, científicos ou culturais, bem como as remessas efetuadas por pessoas físicas residentes no País para cobertura de despesas médico-hospitalares com tratamento de saúde, no exterior, do contribuinte ou de seus dependentes;

d) Só há isenção do imposto sobre a renda os rendimentos decorrentes de auxílio-doença, que possuem natureza previdenciária. Não há isenção para os rendimentos decorrentes de licença para tratamento de saúde, por ter natureza salarial;

e) Em relação a algumas vantagens fiscais que tiveram seus prazos prorrogados, é estabelecido o prazo para a dedução do imposto: valores despendidos a título de patrocínio ou de doação, no apoio direto a projetos desportivos e para desportivos: até o ano-calendário de 2022; valores correspondentes às doações e aos patrocínios diretamente em prol de ações e serviços no âmbito do Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica – Pronon e do Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa Com Deficiência – Pronas/PCD: até o ano calendário de 2020; e,

f) Quantias referentes a investimentos e a patrocínios feitos na produção de obras audiovisuais cinematográficas aprovadas pela Agência Nacional do Cinema – Ancine, bem como na aquisição de cotas dos Fundos de Financiamento da Indústria Cinematográfica Nacional – Funcines: até o ano de 2017;

g) A bolsa concedida pelas instituições científica, tecnológica e de inovação para atividades conjuntas de pesquisa científica e tecnológica e desenvolvimento de tecnologia, produto, serviço ou processo, caracteriza-se como doação, não configura vínculo empregatício, não caracteriza contraprestação de serviços nem vantagem para o doador, razão pela qual está isenta do IR.

Outras alterações com objetivo de definir algumas situações e padronizar o seu entendimento e que já constam do “Perguntão” (Perguntas e Respostas), um compilado das principais dúvidas que a cada ano chegam à Receita referentes a assuntos específicos, que não estão explicitados no manual, e, por isso, precisam ser esclarecidos pelos técnicos.

Há, pelo menos, cinco pontos que vão alcançar muitos contribuintes: inclusão de filho como dependente em caso de pais separados; facilidades para informar despesas médicas que são dedutíveis do imposto; possibilidade de deduzir o auxílio-doença; isenção sobre envio de dinheiro ao Exterior para despesas com educação e tratamento médico; e critérios para cálculo de multa e juros na falta de recolhimento de imposto na venda de imóvel.

manual do irpf 2018

Dependente

A Instrução Normativa esclarece que quando os pais são separados com guarda compartilhada dos filhos, cada filho poderá ser considerado e incluído como dependente na declaração de um deles, ou do pai, ou da mãe. Quer dizer, não poderá aparecer na declaração de ambos para efeitos de dedução do imposto por dependente.

Se for considerado como dependente na declaração do pai, por exemplo, na declaração da mãe o filho deve ser informado com a classificação de “alimentando”. Nesse caso, o pai poderá aplicar um desconto de R$ 3.561,50 na hora do cálculo do imposto, valor atual da dedução por dependente. Por sua vez, a mãe poderá utilizar eventuais despesas que tenha tido com esse filho, referentes a médicos ou instrução, por exemplo, que também deverão ser usadas para abatimento do imposto.

Despesas médicas

A mudança sobre o uso de comprovantes de gastos dedutíveis, de certa forma, veio beneficiar o contribuinte, pois os recibos de despesas médicas agora poderão ser aceitos sem endereço do profissional, da clínica, do hospital ou laboratório, mas desde que a Receita Federal tenha condições de puxar essas informações de suas bases de dados. Até este ano, a dedução não era aceita pela Receita para fins de abatimento do imposto quando esses dados estavam incompletos.

Outro esclarecimento: pagamentos a médicos e a hospitais, assim como despesas com exames laboratoriais, realizados em procedimentos de reprodução assistida por fertilização in vitro, devidamente comprovados, são dedutíveis apenas na declaração anual do paciente que recebeu o tratamento médico.

Remessas ao Exterior

Quando o dinheiro enviado ao Exterior for para fins educacionais, científicos, culturais e tratamento médico não haverá retenção de imposto na fonte. Em outras palavras; a remessa é isenta. A explicação se tornou necessária porque o assunto era tratado em duas legislações e havia a interpretação, em uma delas, de que a isenção era alcançada para valores com limite de até R$ 20 mil.

Auxílio-doença

Quando o empregado entra de licença médica, haverá isenção sobre os valores recebidos a título de auxílio-doença quando forem pagos pela Previdência Social. Já o total pago pelas empresas, nesse período, fica sujeito à tributação normal pela tabela mensal do Imposto de Renda, a mesma aplicada para os salários.

Imóveis e Veículos

Quando alguém vende um imóvel e obtém lucro, diferença entre preço de venda e de compra, fica sujeito ao recolhimento de Imposto de Renda de 15% sobre o ganho de capital. Esse pagamento deve ser feito até o último dia útil do mês seguinte ao da venda. Mas há casos de isenção, e um deles é quando o contribuinte usa o dinheiro da venda de um imóvel residencial na compra de outra moradia no prazo de 180 dias.

Quando o contribuinte não recolhe o imposto no mês seguinte ao da transação, mas também não compra outro imóvel dentro do prazo de seis meses, vai ter de fazer o recolhimento com acréscimos. As novas regras vieram definir como será o cálculo: tanto os juros de mora como a multa serão devidos a partir do segundo mês subsequente ao do recebimento do valor da venda.

Outro caso de isenção de imposto com operações imobiliária é considerado quando o contribuinte vende o seu único imóvel por um valor de até R$ 440 mil. No caso de o imóvel ter sido adquirido por um casal com separação de bens, a Instrução Normativa esclarece que a isenção poderá ser concedida proporcionalmente, de acordo com o que cada um detém sobre o bem.

Neste ano de 2018, referente às informações de 2017 (até 31.12.2017), como teste, não obrigatório, aparecerão campos a preencher com dados do imóvel, tais como registro da matrícula no cartório de registro de imóveis, localização completa, metragem, etc e, no caso de veículos, o número do Renavam.

Isenções

A Receita também esclareceu que estão isentos valores recebidos a título de desapropriação de imóveis em geral, o que estava restrito a desapropriação em decorrência de reforma agrária. Haverá isenção também a patrocínios específicos, como os que forem aprovados pela Agência Nacional de Cinema (Ancine).

Para 2019, referente 2018, os Contribuintes terão que informar estes dados, bem como o CNPJ de todas as instituições que tiverem recursos em conta de livre movimentação e/ou aplicações financeiras. É o cerco se fechando, inclusive para as criptomoedas (Bitcoins e cia), deverão ser informadas pelo custo de aquisição. Atenção: os ganhos obtidos com a alienação das moedas virtuais, cujo total alienado no mês seja superior a R$ 35.000,00, serão tributados à alíquota de 15%, sendo o imposto devido até o último dia útil do mês seguinte à transação.

Quem tem empregado doméstico poderá fazer o abatimento dos impostos patronais pagos em até R$ 1.171,74. As deduções estão limitadas a R$ 2.275,08 por dependente. As despesas com educação têm limite de R$ 3.561,50. Quem não prestar contas com o Leão tem de pagar uma multa de 1% ao mês do imposto devido. A penalidade mínima é de R$ 165,00 e a máxima é de 20% do tributo devido.

De salientar, por fim, que a Sociedade (os contribuintes) precisam pressionar os Parlamentares para que seja atualizada a Tabela de Isenção e as deduções legais, pois os valores estão totalmente defasados, inclusive em governos anteriores, e o índice chega a 80% de defasagem. Uma ideia é que a correção seja gradual de, por exemplo, 20% (vinte por cento) nos próximos quatro anos, além da correção anual de cada um desses anos. Só assim teremos Justiça fiscal-tributária!



Prazos do IRPF 2018

Prazo de Apresentação: De 1o. de março a 30 de abril de 2018 para todas as pessoas físicas obrigadas a apresentar a Declaração de Ajuste Anual.

Apresentação após o Prazo: Após abril de 2018, a declaração deve ser apresentada pela Internet ou em uma mídia removível, tais como pen drive ou disco rígido externo, nas unidades da Secretaria da Receita Federal do Brasil. A entrega da declaração após o prazo, se obrigatória, sujeita o contribuinte à seguinte multa: a) existindo imposto devido, ainda que integralmente pago, multa de 1% (um por cento) ao mês ou fração de atraso, calculada sobre o imposto devido, observados os limites mínimo de R$ 165,74 e máximo de 20% (vinte por cento) do imposto devido; b) não existindo imposto devido, multa de R$ 165,74.

– Janeiro: Serão disponibilizados os programas auxiliares para download para a declaração do imposto de Renda do Carnê-Leão e Ganho de Capital. Os arquivos vão estar disponíveis no site da Receita Federal.

– Fevereiro: Disponibilização do Programa Gerador da Declaração do Imposto 2018 no site da Receita Federal.

– Março: Inicio da recepção no dia primeiro da DIRPF 2018 e disponibilização.

– Abril: O contribuinte tem até às 23h59 do dia 30 para o envido do imposto de renda 2018 referente aos ganhos de 2017.

– 15 de Junho: 1º lote de restituição.

– 16 de Julho: 2º lote de restituição.

– 15 de Agosto: 3º lote de restituição.

– 17 de Setembro: 4º lote de restituição.

– 15 de Outubro: 5º lote de restituição.

– 16 de Novembro: 6º lote de restituição.

– 17 de Dezembro: 7º lote de restituição.

Deduções do IRPF 2018

Tutorias do IRPF 2018

Como Consultar Imposto de Renda

> Como Consultar o Extrato INSS?
> Como Consultar o Informe de Rendimentos no Itaú?
> Como Consultar o Informe de Rendimentos no Bradesco?
> Como Consultar o Informe de Rendimentos no Banco do Brasil?
> Como Consultar o Informe de Rendimentos no Santander?
> Como Consultar o Informe de Rendimentos na Caixa Econômica?
> Como Consultar o Informe de Rendimentos de Ações?
> Como Consultar a Restituição do Imposto de Renda?
> Como Consultar a Situação da Declaração?
> Como Consultar o Calendário de Restituição do Imposto de Renda?
> Como Consultar o Fluxo de Processamento da Declaração?
> Como Consultar a Malha Fina?
> Como Reagendar o Pagamento da Restituição?

Como Declarar Imposto de Renda

> Como Baixar, Instalar e Usar o Programa IRPF 2018?
> Como Declarar Dinheiro em Espécie?
> Como Declarar Conta Corrente?
> Como Declarar Poupança?
> Como Declarar Salário?
> Como Declarar FGTS?
> Como Declarar PIS?
> Como Declarar Seguro-Desemprego?
> Como Declarar Despesas Médicas?
> Como Declarar Imóvel?
> Como Declarar Veículo?
> Como Declarar Gastos com Educação?
> Como Declarar Doação?
> Como Declarar Empréstimo?
> Como Declarar Previdência Privada?
> Como Declarar Dólar?
> Como Declarar BitCoin?
> Como Declarar Fundos de Investimento?
> Como Declarar Renda Fixa?
> Como Declarar Tesouro Direto?
> Como Declarar Ações?
> Como Declarar FIIs?

Como Preencher DARF Imposto de Renda

> Como Preencher e Pagar DARF no Banco do Brasil?
> Como Preencher e Pagar DARF no Itaú?
> Como Preencher e Pagar DARF no Bradesco?
> Como Preencher DARF de Ações?
> Como Preencher DARF de FIIs?
> Como Preencher DARF de Day Trade?

Tabela do Imposto de Renda 2018

A tabela do imposto de renda 2018 serve para definir o IR de acordo com as faixas de rendimentos dos contribuintes. Esta tabela deve ser usada para a verificação dos seus rendimentos totais no ano em relação às alíquotas e deduções estabelecidas. Se você não sabe o que são alíquotas, nada mais é é do que o valor percentual usado para fazer o cálculo do imposto de renda a ser pago.

O responsável em autorizar as alíquotas incidentes é o próprio Governo Federal. Porém, o órgão responsável pela administração e fiscalização do Imposto de Renda é a Receita Federal. A incidência das alíquotas varia de acordo com a renda do contribuinte. Quem tem renda mais baixa paga menos imposto ou não sofre incidência da tributação abaixo de um piso e quem tem renda mais alta paga mais imposto.

Na tabela do IR que será apresentada  é possível perceber que temos a base de cálculo que é o salário mensal auferido pelo trabalhador, a alíquota incidência sobre o mesmo e também a parcela a deduzir do IRPF. A tabela do imposto de renda 2018 ano-calendário 2017 será a mesma do ano passado. Veja a seguir a tabela de incidência progressiva mensal conforme site da receita.

Base de cálculo (R$) Alíquota (%) Parcela a deduzir do IRPF (R$)
Até 1.903,98
De 1.903,99 até 2.826,65 7,5 142,80
De 2.826,66 até 3.751,05 15 354,80
De 3.751,06 até 4.664,68 22,5 636,13
Acima de 4.664,68 27,5 869,36

Veja a seguir a tabela de incidência progressiva anual conforme perguntão da receita.

Base de cálculo (R$) Alíquota (%) Parcela a deduzir do IRPF (R$)
Até 22.847,76
De 22.847,77 até 33.919,80 7,5 1.713,58
De 33.919,81 até 45.012,60 15 4.257,57
De 45.012,61 até 55.976,16 22,5 7.633,51
Acima de 55.976,16 27,5 10.432,32

Sem correção há mais de 2 anos e com sucessivos ajustes abaixo da inflação nos anos anteriores, a tabela do imposto de renda já acumula uma defasagem de 88,40% desde 1996. Como não houve nenhuma correção pela inflação na tabela do IR em 2018, na prática, os brasileiros pagaram mais imposto de renda no ano passado na comparação com 2017. A última atualização da tabela vigente foi feita em 2015, quando o governo promoveu um reajuste escalonado, com validade de abril em diante. A média da correção foi de 5,6%.

Se esta defasagem fosse corrigida, a faixa de isenção, que hoje é para quem ganha até R$ 1.903,98, subiria para aqueles que recebem até R$ 3.556,56. O valor permitidos para as deduções também aumentaria. No caso do desconto por dependente, passaria de R$ 2.275,08 ao ano para R$ 4.286,28 ao ano, segundo o Sindifisco Nacional.



Principais Dúvidas na Declaração do Imposto de Renda 2018

Quais Documentos são Necessários para a Declaração do IRPF 2018?

  • Título de Eleitor para o contribuinte que for declarar pela primeira vez;
  • Informes de rendimentos recebidos das fontes pagadoras no caso de assalariados;
  • Cópias de recibos/notas fiscais fornecidos a pacientes/clientes no caso de autônomos;
  • Livro-caixa no caso de autônomos;
  • Informe de rendimentos do INSS no caso de quem recebe benefícios previdenciários ou de entidades de previdência privada;
  • Informes de rendimentos financeiros fornecidos por bancos, corretoras e bolsa de valores;
  • Informes de pagamento de contribuições a entidades de previdência privada;
  • Recibos/carnês de pagamento de despesas escolares dos dependentes ou do próprio contribuinte;
  • Recibos de aluguéis pagos/recebidos em 2017;
  • Nome e CPF dos beneficiários de despesas com saúde;
  • Nome e CNPJ dos beneficiários de pagamentos a pessoas jurídicas, como hospitais, planos de saúde, clínicas de exames laboratoriais etc;
  • Nome e CPF de beneficiários de doações/heranças e respectivo valor;
  • Nome e CPF dos dependentes maiores de 8 anos, completados até 31 de dezembro de 2017;
  • Nome e CPF de ex-cônjuges e de filhos para comprovar o pagamento de pensão alimentícia;
  • Dados do empregado doméstico com os recolhimentos das contribuições ao INSS;
  • Escrituras ou compromissos de compra e/ou venda de imóveis, terrenos, adquiridos ou vendidos em 2017;
  • Documento de compra e/ou venda de veículos em 2017, além de marca, modelo, placa e nome e CPF/CNPJ do comprador ou do vendedor;
  • Documento de compra de veículos ou de bens por consórcios em 2017;
  • Documentos sobre rescisões trabalhistas, com valores individualizados de salários, férias, 13º salário, FGTS etc.

Quem Deve Declarar o Imposto de Renda 2018?

Está obrigada a apresentar a Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda referente ao exercício de 2018 a pessoa física residente no Brasil que, no ano-calendário de 2017 tenha:

  • Recebido rendimentos tributáveis, como salários e aluguéis, cuja soma foi superior a R$ 28.559,70.
  • Recebido rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40.000,00.
  • Obtido, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens de direito, sujeito a incidência de imposto, ou realizado operações em bolsas de valores de mercadorias, de futuros e assemelhados.
  • Tido posse ou propriedade em 31/12/2017 de bens ou direitos superiores a R$ 300 mil.
  • Passado à condição de residente no Brasil em qualquer mês e nessa condição se encontrava em 31 de dezembro.
  • Realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas.
  • Vendido imóvel residencial em que houve opção pela isenção de IR sobre o ganho de capital, cujo produto foi utilizado para a aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias.

Fica dispensada da apresentação da declaração a pessoa física cujos bens comuns sejam declarados pelo cônjuge, desde que não se enquadre em nenhuma das demais hipóteses de obrigatoriedade e que o valor dos seus bens privativos não exceda R$ 300.000,00.

Como Comprovar os Rendimentos no Imposto de Renda 2018?

O comprovante de rendimentos é um documento essencial para declarar o imposto de renda 2018. Nele estão informados quanto você recebeu de salário, quanto imposto foi retido na fonte, o valor do INSS dentre outras informações.

Os empregadores têm até o final de fevereiro para entregar o documento aos funcionários. Você também irá precisar dos comprovantes de rendimentos do cônjuge e dependentes, caso eles trabalhem e façam a declaração em conjunto com a sua.

As instituições financeiras como os bancos também precisam preparar um extrato das contas dos clientes, com os saldos dos dias 31/12/2016 e 31/12/2017 e os rendimentos que eles tiveram ao longo de 2017 com aplicações financeiras.

Se você tem conta em mais de um banco ou corretora, é preciso obter informes de rendimento em todas estas instituições financeiras. Isso também vale para quem tem investimentos no Tesouro Direto ou em ações.

Se você contribui para um plano de previdência privada (PGBL ou VGBL) ou fundo de pensão, ou se já está recebendo sua aposentadoria, a instituição que administra o plano também deverá enviar um comprovante com os valores pagos ou recebidos no ano passado.

Como Declarar Despesas Médicas no Imposto de Renda 2018?

Despesas com médicos, dentistas e outros profissionais de saúde, além de internações e planos de saúde podem ser deduzidas integralmente no imposto de renda 2018. Os documentos fiscais devem ser armazenados por você por, no mínimo, cinco anos, caso a Receita Federal resolva checar as informações.

Confira se os recibos e notas fiscais trazem o nome do prestador, com seu CPF ou CNPJ, endereço, o serviço prestado, valor, além do seu nome completo e CPF. Caso a despesa tenha sido feita por seu dependente, o nome e CPF dele devem aparecer no documento.

Caso seu plano de saúde seja oferecido pela empresa onde você trabalha, os valores pagos costumam ser informados em uma linha específica do comprovante de rendimentos. As empresas e planos de saúde também terão que informar eventuais valores devolvidos ao cliente a título de reembolso de consultas e exames.

Como Declarar Gastos com Educação no IRPF 2018?

A Receita Federal só aceita a dedução de despesas com escolas de ensino fundamental, médio, técnico, superior e pós-graduação. Gastos com cursos extracurriculares, inglês, cursinhos preparatórios para a faculdade não podem ser abatidos. Compra de livros ou material escolar também não podem.

Os boletos ou recibos de pagamento devem trazer o nome e CNPJ da instituição, além do nome do aluno. Além das despesas próprias, você pode abater os gastos por dependente até esse limite.

Como Declarar Aquisições e Financiamentos no IRPF 2018?

Se você vendeu, comprou ou financiou algum bem no ano passado, como imóvel, carro ou moto, busque o contrato, escritura ou recibo e anote as informações principais, como nome e CPF/CNPJ de quem comprou ou vendeu, se o negócio foi pago à vista, a prazo ou financiado.

No caso de financiamento, anote também o banco, número do contrato, o montante financiado, número e valor das prestações, além do valor de entrada. Todos esses detalhes deverão ser escritos na declaração de bens.

Como Declarar Vendas e Alienações no Imposto de Renda 2018?

Se você teve lucro na venda de um bem, como carro ou imóvel, ou de moeda estrangeira, como dólar e euro, é preciso baixar um programa específico da Receita Federal para calcular o chamado ganho de capital (link aqui).

O programa calcula o imposto devido, os rendimentos sujeitos à tributação exclusiva e a parcela isenta. Caso o contribuinte não tenha pago o imposto devido na época do rendimento, ele pode imprimir o boleto para pagamento agora. Em seguida é possível importar essas informações para sua declaração do IR 2018.



Cuidados na Declaração do Imposto de Renda 2018

Ausência de Declaração de Receitas no IRPF 2018

Se alguma renda recebida não for declarada, além de pagar uma multa alta, que varia entre 20% e 150% do imposto devido, você ainda corre o risco de, em casos extremos, sofrer um processo por evasão fiscal, com pena de dois até cinco anos de prisão, se a Receita Federal entender que houve fraude ou erro intencional.

Por exemplo, a Receita possui hoje diversos sistemas para cruzar as informações. As imobiliárias, por exemplo, são obrigadas a enviar uma relação das pessoas que alugaram ou venderam imóveis e os respectivos valores. Assim, a Receita ficará sabendo se você recebeu renda de aluguel e não declarou.

Verificação da Situação Fiscal em 2017

É aconselhável que o contribuinte visite o site de atendimento digital da Receita Federal (e-CAC) e consulte a sua situação fiscal, para verificar eventuais pendências em declarações anteriores do IR. O ideal é fazer esta consulta antes de entregar a declaração deste ano. Assim, você terá tempo para corrigir o erro, não repeti-lo neste ano evitando assim cair na malha fina, atrasando uma eventual restituição.

Recebimento de Pensão e Aluguel em 2017

Se você recebeu alguma renda de trabalho sem carteira assinada, como autônomos ou profissionais liberais, precisa recolher mensalmente através do carnê-leão. O mesmo vale para as pessoas que recebem aluguel de imóveis ou pensão alimentícia, inclusive menores de idade, caso a pensão esteja no nome deles. Não esqueça de tirar o CPF para o menor, independentemente da idade.

O fato de estar dentro do limite de isenção significa apenas que não precisava fazer o carnê-leão, mas é preciso declarar qualquer valor (mesmo abaixo do limite). Isso faz aumentar o imposto a pagar, mas é obrigatório porque, caso contrário, o contribuinte pode cair na malha fina.

Venda de Bens em 2017

Quem vendeu um bem de alto valor está sujeito a pagar imposto sobre o ganho líquido na transação. Se o negócio não se enquadra em nenhuma situação de isenção, como valor de venda inferior a R$ 440 mil, o pagamento do DARF deve ser feito até o último dia útil do mês seguinte à venda.

Venda de Ações em 2017

Se você ficou animado com a alta da Bolsa em 2017 e vendeu muitas ações com um bom lucro, é importante estar em dia com o leão. Além de precisar informar na declaração todos os ganhos mensais com as vendas das ações, opções e outros ativos financeiros, o contribuinte também precisa ter recolhido, ao longo do ano, o imposto sobre os lucros obtidos.

Estão isentas apenas as vendas que totalizem menos de R$ 20 mil em um mês. Porém, se você vendeu mais do que isto e não pagou o imposto terá que pagar o quanto antes e calcular a multa.

Eventuais perdas registradas em um mês podem ser descontadas dos ganhos nos meses seguintes, abatendo a base de cálculo do imposto. Mas toda essa matemática precisa ser feita por você, em uma planilha bem organizada, para mostrar à Receita caso haja alguma dúvida.

Atraso na Entrega na Declaração em 2018

Se o contribuinte não entregar a declaração até o fim do prazo, estará sujeito a uma multa equivalente a 1% ao mês do imposto devido, até o limite de 20%. O valor mínimo para multa é de R$ 165,74. Caso você tenha restituição, a multa será descontada do valor a receber. A multa de 1% é sobre o imposto devido. Esse valor aparece no cálculo final da declaração e é diferente do imposto que o contribuinte eventualmente tenha a pagar ou a restituir.

Atraso no Imposto a Pagar em 2018

Se ao terminar o preenchimento da declaração do imposto de renda 2018 o programa acusou que você ainda terá imposto a pagar, então o prazo para pagamento é o mesmo para apresentar a declaração, ou seja, 28 de abril. A multa pelo atraso no pagamento do imposto extra é de 0,33% ao dia, limitada a 20%, acrescido de correção monetária mensal pela SELIC.

História do Imposto de Renda

O conceito de um imposto sobre a renda é uma inovação moderna e pressupõe várias coisas: uma economia monetária, contas razoavelmente precisas, um entendimento comum de receitas, despesas e lucros, e de uma sociedade ordeira com registros confiáveis. Pela maior parte da história da civilização estas condições não existiram e os impostos foram baseados em outros fatores.

Impostos sobre a riqueza, posição social e propriedade dos meios de produção (geralmente terras e escravos) eram muito comuns. Práticas como o dízimo ou uma oferta de primícias existiram desde os tempos antigos, e pode ser considerado como um precursor do imposto de renda, mas faltava precisão e certamente não foram baseados em um conceito de aumento líquido.

No ano 10, o Imperador Wang Mang da Dinastia Xin instituiu uma taxa sem precedentes – o imposto de renda – a uma taxa de 10% dos lucros para profissionais e trabalhadores especializados (previamente, todas as taxas ou eram por cabeça ou sobre a propriedade). Ele caiu 13 anos depois, no ano 23, e as políticas prévias de laissez-faire foram restauradas na Dinastia Han.

Um dos primeiros registros de um imposto sobre a renda moderno vem de 9 de janeiro de 1799, instituído na Inglaterra para financiar a defesa contra Napoleão. Após a vitória ele foi extinto, mas ressurgiu várias vezes anos depois.

Na década de 1910, o presidente Theodore Roosevelt tentou impor o imposto de renda progressivo para pessoas físicas EUA. Quando a Suprema Corte do país declarou o imposto inconstitucional, Roosevelt aplicou-o para corporações, tributando o lucro; posteriormente, com a décima-sexta emenda à Constituição norte-americana, finalmente o imposto de renda progressivo sobre pessoas físicas passou a ser cobrado naquele país. O modelo adotado nos EUA tornou-se, então, base para a cobrança deste imposto ao redor do mundo.

A primeira tentativa de implantação de um imposto de renda ocorreu em 1843, mas o sistema econômico da época não produzia muitos contribuintes e o tamanho do país inviabilizava a implantação. Tentou-se novamente, entre 1864 e 1870, para financiar a Guerra do Paraguai, também sem sucesso.

O imposto atual foi instituído em 1922, após amplos debates, com a proposta de financiar a saúde, educação e o desenvolvimento urbano, com taxas variando entre 8 e 20%, com as maiores sendo pagas pelos de remuneração mais alta.

O Ministério da Fazenda era o responsável pelo processamento e pela fiscalização das declarações. Com o aumento da população contribuinte em 1964 criou-se o Serviço Federal de Processamento de Dados (SERPRO) com a missão de executar o processamento das declarações. Alguns anos depois, em 1968, criou-se a Secretaria da Receita Federal com a missão de fiscalização das declarações.

Guia do Imposto de Renda 2018

No site da Receita Federal estão disponibilizados os seguintes programas relacionados ao imposto de renda 2018 ano-calendário 2017:

Ganhos de Capital 2017 – GCAP2017: Para calcular o imposto de renda incidente na alienação de bens e direitos em moeda nacional realizada em 2017; e para exportar os dados para a declaração IRPF2018.

Carnê-leão 2017 – LEAO2017: Para calcular o imposto de renda incidente sobre os rendimentos sujeitos ao recolhimento mensal obrigatório, recebidos em 2017; e para exportar os dados para a declaração IRPF2018.

Livro Caixa de Atividade Rural 2017 – AR2017: Para escriturar o livro Caixa de Atividade Rural referente a receitas e despesas realizadas durante o ano de 2017; e para exportar os dados para a declaração IRPF2018.

Declaração de Ajuste Anual – IRPF2018: Para preencher as declarações de Ajuste Anual, Final de Espólio e Saída Definitiva do País 2018, referentes aos rendimentos recebidos durante o ano-calendário de 2017 e para efetuar todos os cálculos necessários à apuração do imposto.

Tipos de Declarações de Imposto de Renda

Declaração de Ajuste Anual: Deve ser apresentada pela pessoa física residente no Brasil que está obrigada a apresentar Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda.

Declaração Final de Espólio: Deve ser apresentada pelo inventariante, cônjuge ou companheiro, sucessor a qualquer título ou por representante do de cujus relativa a espólio cuja decisão judicial transitada em julgado da partilha, sobrepartilha ou adjudicação ou lavratura da escritura pública de inventário e partilha dos bens tenha ocorrido no ano-calendário de 2017.

Declaração de Saída Definitiva do País: Deve ser apresentada pela pessoa física que, em 2017, se retirou do Brasil em caráter permanente ou passou à condição de não residente no Brasil, quando houver saído do território nacional em caráter temporário.

Tipos de Regimes de Tributação

Utilizando as deduções legais: É o regime de tributação em que podem ser utilizadas todas as deduções legais, desde que comprovadas.

Utilizando o desconto simplificado: É o regime de tributação em que se utiliza o desconto de 20% (vinte por cento) dos rendimentos tributáveis, limitado a R$ 16.754,34, em substituição a todas as deduções legais, sem a necessidade de comprovação.

Tipos de Contribuintes Pessoa Física de Imposto de Renda

Contribuinte Casado

Apresenta declaração em separado ou, opcionalmente, em conjunto.

Declaração em separado: a) cada cônjuge deve incluir na sua declaração os rendimentos próprios e 50% dos rendimentos produzidos pelos bens comuns, compensando 50% do imposto pago ou retido sobre esses rendimentos, independentemente de qual dos cônjuges tenha sofrido a retenção ou efetuado o recolhimento; ou b) um dos cônjuges inclui na sua declaração os rendimentos próprios e o total dos rendimentos produzidos pelos bens comuns, compensando o valor total do imposto pago ou retido na fonte, independentemente de qual dos cônjuges tenha sofrido a retenção ou efetuado o recolhimento. Neste caso, o outro cônjuge inclui na sua declaração somente os seus rendimentos próprios.

Declaração em conjunto: É apresentada em nome de um dos cônjuges, abrangendo todos os rendimentos de ambos os cônjuges, inclusive os provenientes de bens gravados com cláusula de incomunicabilidade ou inalienabilidade, e das pensões de gozo privativo.

Contribuinte que Tenha Companheiro

Apresenta declaração em separado ou, opcionalmente, em conjunto com o companheiro.

Declaração em separado: Cada companheiro deve incluir em sua declaração os rendimentos próprios e 50% dos rendimentos produzidos pelos bens em condomínio, salvo estipulação contrária em contrato escrito, quando deve ser adotado o percentual nele previsto. O imposto pago ou retido é compensável na mesma proporção dos rendimentos tributáveis produzidos pelos bens em condomínio.

Declaração em conjunto: É apresentada em nome de um dos companheiros, abrangendo o total dos rendimentos, inclusive os provenientes de bens gravados com cláusula de incomunicabilidade ou inalienabilidade, e das pensões de gozo privativo.

Contribuinte Separado de Fato

Apresenta declaração de acordo com as instruções para contribuinte casado

Contribuinte Separado Judicialmente, Divorciado, que Tenha Dissolvido União Estável ou Separado ou Divorciado por Escritura Pública

Apresenta declaração na condição de solteiro, caso não esteja casado ou vivendo em união estável em 31/12/2017, podendo incluir dependente do qual detenha a guarda judicial, incluindo os rendimentos deste em sua declaração, ou deduzir pensão alimentícia paga em face das normas do Direito de Família quando em cumprimento de decisão judicial, inclusive os alimentos provisionais, de acordo homologado judicialmente ou de escritura pública.

O responsável pela guarda judicial de filhos obrigados a declarar deve apresentar declaração em separado para cada um deles, ainda que menores, incluindo os rendimentos próprios destes, ou, OPCIONALMENTE, em conjunto, em seu próprio nome, incluindo, neste caso, os rendimentos, bens e direitos dos filhos em sua declaração.

Os rendimentos dos dependentes devem ser informados na declaração do titular, na aba Dependentes da ficha Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica, e/ou da ficha Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Física e do Exterior ou na ficha Imposto Pago/Retido (dos Dependentes). Os bens e direitos e dívidas e ônus reais dos dependentes devem ser informados nas fichas Bens e Direitos e Dívidas e Ônus Reais, respectivamente.

Contribuinte Viúvo

Apresenta declaração com o seu número de inscrição no CPF, abrangendo os rendimentos próprios. No curso do inventário, o viúvo pode OPTAR por tributar 50% (cinquenta por cento) dos rendimentos produzidos pelos bens comuns na sua própria declaração ou integralmente na Declaração do Espólio.

Contribuinte Menor

A declaração é feita em nome do menor com o respectivo número de inscrição no CPF, abrangendo os rendimentos próprios. OPCIONALMENTE, o menor pode ser considerado dependente de um dos pais ou de quem o crie, eduque e detenha a sua guarda judicial.

Neste caso, o declarante deve incluir os rendimentos do menor em sua declaração na aba Dependentes da ficha Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica, e/ou da ficha Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Física e do Exterior ou na ficha Imposto Pago/Retido (dos Dependentes). Os bens e direitos e dívidas e ônus reais dos dependentes devem ser informados nas fichas Bens e Direitos e Dívidas e Ônus Reais, respectivamente.



Tipos de Rendimentos Tributáveis

Rendimentos do Trabalho

São assim consideradas todas as formas de remuneração por trabalho ou serviços prestados, com ou sem vínculo empregatício, tais como:

  • Salários e ordenados (inclusive férias), proventos de aposentadoria, de reserva ou de reforma, pensões civis e militares, retiradas, gratificações e participações no lucro, verbas de representação e remuneração de estagiários e de residentes;
  • Benefícios recebidos de entidades de previdência complementar inclusive Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL), e de Fundo de Aposentadoria Programada Individual (Fapi);
  • Resgate de contribuições recebido em razão de desligamento do plano de benefícios de entidade de previdência complementar inclusive Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL), e de Fundo de Aposentadoria Programada Individual (Fapi) exceto as contribuições pagas pelo contribuinte entre 1º/01/1989 e 31/12/1995;
  • O valor tributável (diferença positiva entre o montante recebido, inclusive no caso de resgate, e o somatório dos respectivos prêmios pagos) recebido em decorrência de cobertura por sobrevivência em apólices de seguros de vida (Vida Gerador de Benefício Livre – VGBL).
  • A parcela dos rendimentos de pensão e dos proventos de aposentadoria (10 Parcela isenta de proventos de aposentadoria, reserva remunerada, reforma e pensão de declarante com 65 anos ou mais), transferência para a reserva remunerada ou reforma, excedente ao limite mensal de isenção (R$ 1.903,98, meses de Janeiro a Dezembro), paga pela previdência oficial ou complementar ou por qualquer pessoa jurídica de direito público interno, a partir do mês em que o contribuinte completou 65 (sessenta e cinco) anos de idade;
  • Os recebidos por titular/sócios de pessoa jurídica, inclusive microempresa, empresa de pequeno porte e sociedades civis, a título de remuneração pela prestação de serviços ou quaisquer outros pagamentos, como pro labore e aluguéis;
  • Despesas ou encargos pagos pelos empregadores em favor do empregado, como aluguéis, contribuições previdenciárias, imposto sobre a renda, seguros de vida, despesas de locomoção;
  • 25% (vinte e cinco por cento) dos rendimentos do trabalho assalariado recebidos em moeda estrangeira por servidores de autarquias ou repartições do governo brasileiro situadas no exterior;
  • Rendimentos de profissões, de ocupações e de prestação de serviços (inclusive de representante comercial autônomo);
  • Honorários de autônomos, como médico, dentista, engenheiro, advogado, veterinário, professor, economista, contador, jornalista, pintor, escultor, escritor, leiloeiro;
  • Emolumentos e custas de serventuários da Justiça;
  • Exploração individual de contratos de empreitada de trabalho, como trabalho arquitetônico, topográfico, de terraplenagem e de construção;
  • Direitos autorais de obras artísticas, didáticas, científicas, urbanísticas, projetos técnicos de construção, instalação ou equipamento, quando explorados diretamente pelo autor ou criador do bem ou da obra;
  • Rendimentos recebidos a título de Vantagem Pecuniária Individual, instituída pela Lei nº 10.698, de 2 de julho de 2003, e de Abono de Permanência, a que se referem o § 19 do art. 40 da Constituição Federal, o § 5º do art. 2º e o § 1º do art. 3º da Emenda Constitucional nº 41, de 19 de dezembro de 2003, e o art. 7º da Lei nº 10.887, de 18 de junho de 2004;
  • 10% (dez por cento), no mínimo, dos rendimentos recebidos pelos garimpeiros, de empresas legalmente habilitadas, pela venda de metais preciosos, pedras preciosas e semipreciosas por eles extraídos.
  • 10% (dez por cento), no mínimo, do rendimento do trabalho individual no transporte de carga e de serviços com trator, máquina de terraplenagem, colheitadeira e assemelhados quando o veículo ou a máquina utilizada for de propriedade do contribuinte ou locado e conduzido exclusivamente por ele;
  • 60% (sessenta por cento), no mínimo, do rendimento do trabalho individual no transporte de passageiros quando o veículo for de propriedade do contribuinte, ou locado e conduzido exclusivamente por ele.

Rendimentos de Aluguéis

São assim considerados os valores recebidos pela ocupação, sublocação, uso ou exploração de bens móveis e imóveis, royalties e os decorrentes de uso, fruição e exploração de direitos, inclusive autorais, quando não recebidos pelo autor ou criador da obra.

Esses rendimentos, se recebidos de pessoa jurídica, devem ser informados nas abas Titular e/ou Dependentes da ficha Rendimentos Tributáveis Recebidos de PJ, conforme o caso. Caso recebidos de pessoa física, devem ser informados nas abas Titular e/ou Dependentes, “Outras Informações”, da ficha Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Física e do Exterior.

Podem ser excluídos os seguintes encargos, desde que o ônus tenha sido exclusivamente do locador:

  • Impostos, taxas e emolumentos incidentes sobre o bem que produzir o rendimento;
  • Aluguel pago pela locação de imóvel sublocado;
  • Despesas pagas para cobrança ou recebimento do rendimento; e
  • Despesas de condomínio.

Rendimentos de Pensão Alimentícia

São as importâncias recebidas, a título de pensões ou de alimentos (inclusive provisionais). Esses rendimentos sujeitam-se ao recolhimento mensal obrigatório (ver carnê-leão – Importação do Carnê-leão) em nome do beneficiário, ainda que este seja menor de idade.

Quando, opcionalmente, o menor beneficiário de pensão alimentícia for relacionado como dependente na declaração do cônjuge que detiver a sua guarda judicial, o declarante fica obrigado a incluir em sua declaração

Rendimentos Recebidos Acumuladamente

O rendimento tributável abrange quaisquer acréscimos e os juros decorrentes desses rendimentos e o décimo terceiro salário, excluídas apenas as despesas com a ação judicial necessárias ao seu recebimento, inclusive com advogados, quando pagas pelo contribuinte e não indenizadas.As despesas judiciais e os honorários advocatícios pagos pelo contribuinte devem ser proporcionalizados entre os rendimentos tributáveis, os sujeitos à tributação exclusiva e os isentos e não tributáveis.

Na ficha Pagamentos Efetuados, clique no botão “Novo”, selecione o código 60, no caso de pagamento de honorários relativos a ações judiciais, exceto trabalhistas, ou o código 61, no caso de honorários relativos a ações judiciais trabalhistas, informe o número de inscrição no CPF do advogado/CNPJ do escritório de advocacia, o nome do advogado ou do escritório de advocacia e o valor pago.

Outros Rendimentos

São também rendimentos tributáveis, dentre outros:

  • A parcela dos rendimentos correspondentes a lucros, apurados a partir de 01/01/1996, distribuídos em 2017 a titular, sócio ou acionista de pessoa jurídica tributada com base no lucro real, presumido ou arbitrado, a título de lucros ou dividendos, que exceder ao valor apurado na escrituração, observada a legislação vigente à época da formação dos lucros;
  • Os lucros e dividendos distribuídos por pessoa jurídica domiciliada no exterior;
  • O valor decorrente de reajustamento e os juros recebidos na alienação a prazo ou a prestação de bens ou direitos adquiridos em reais;
  • O acréscimo patrimonial não justificado pelos rendimentos declarados;
  • O valor do resgate e dos rendimentos provenientes de partes beneficiárias ou de fundador e de outros títulos semelhantes;
  • O lucro do comércio ou da indústria de declarante que não exerça habitualmente a profissão de comerciante ou industrial;
  • Os dividendos, bonificações em dinheiro, lucros e outros interesses apurados em 1994 e 1995, na escrituração comercial de pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real, recebidos em 2017, devem ser incluídos nas abas Titular e/ou Dependentes da ficha Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica, conforme o caso, assegurada a opção pela inclusão na linha 12 da ficha Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva.

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133 comentários em “IRPF

  1. bianka Responder

    Prezado Ábaco, este seu trabalho é excelente, porém é ruim pra quem está do lado de cá da tela quando vc “pula” algumas perguntas, lógico que ninguem sabe tudo sobre todos os assuntos, mas seria legal vc responder todas as perguntas nem que fosse com um ” me desculpe, mas esta eu não sei responder sugiro que procure o profissional da área, e depois poste a resposta aqui” ou outra resposta do tipo…

    Abraço!

    • bianka Responder

      entenda o exposto abaixo como uma sugestão, e em seguida pode deletar

  2. Paulete Vivian Zeferino Da Cruz Responder

    Boa tarde,

    Em novembro de 2017 sair do País para trabalhar no exterior, fiz em fevereiro de 2018 o comunicado de saída do País. Fiz tambem no inicio de março a Declaraçao de Ajuste Anual 2017/2018. Apos enviado o IRRP e o mesmo já em processamento, percebi que deveria ter realizado a Declaraçao de Saída Definitiva do País como ultima declaraçao de IRRF. Por gentileza, como devo proceder para efetuar a Retificação de Declaração de Ajuste Anual para Declaraçao de Saida Definitiva do Pais neste exercicio de 2017/2018?

  3. NORMANDO JOSE VASCONCELOS MENDONCA Responder

    Olá Abacus,

    Uma dúvida: A declaração retificadora prejudica o prazo de recebimento da restituição?

    Obrigado pela eventual resposta. Abraços.

  4. Mariah Responder

    Preciso de um help! Estou preenchendo IR de um amigo e não sei como e onde lançar a venda de um terreno adquirido em 1986/87 nem sei direito porque não consta nas IR anteriores os dados de registro de compra somente o valor do bem atualizado até 2016. Este ano esse contribuinte vendeu o terreno e passou a escritura do terreno para outro e recebeu o valor via depósito em conta corrente e depois aplicou esse valor recebido pela venda em fundo de investimento(renda fixa), como lanço essas transaçỗes?

  5. Janota Investidor Responder

    Olá UÓ!

    Este ano foi o da diversificação de investimentos e pintou uma dúvida de última hora. No reembolso de dividendos/juros sobre capital próprio feito pelo BTC quem eu declaro a fonte pagadora?
    Bovespa
    Corretora
    Empresa (no meu caso ambev)
    Abraço!!

    • Ábaco Líquido Autor do postResponder

      Fala Janota!
      Eu declaro a própria empresa. Mas não sei te afirmar se é o certo.
      Abraço!

  6. FABIANA Responder

    Eu fiz uma burrada tamanha, simplesmente nunca declarei minha poupança, ao qual desde 2014 vem sendo maior que 140.000,00 e chegou a passar de 300.000,00 somando com o carro, porém nunca tive rendimentos não tributáveis acima de 40.000,00. Eu pretendo declarar a poupança em 2017, porque comprei um apto em 2018 e terei que justificar o pagamento. Minha pergunta é: se eu declarar em 2017 esta poupança, poderá a Receita questionar os anos anteriores? (não tenho os informes de rendimentos e não sei se é possível conseguir par retificá-las). O que faço?

  7. joão batista Responder

    Boa tarde, Senhores:
    A descrição no Campo Bens e Diretos ref a venda de um veiculo vendido em 2017, valor inferior a 35.000,00, que em 2016 foi adquirido, sendo a situação em 31/12/16, valor expresso nesse campo.
    Assim vendido o veiculo, descreve os dados na sequencia do campo onde foi comprado ou abre-se outro campo para relatar a venda, constando o valor da venda na situação em 31/12/2017 ??

  8. Fabiana Responder

    Declarando minha mãe como minha dependente (ela não tem aposentadoria, apenas poupança), declaro também que pago o plano de saúde dela, porém, o “debito” em conta das mensalidades do plano debitam da conta corrente da minha irmã, mas eu faço a transferência para a conta dela. Minha irmã é bolsista e não paga imposto. Como comprovar que sou eu que pago o plano de saúde da minha mãe? Apenas com os extratos bancários é suficiente?

    Agradeço se puder me ajudar.

  9. bianka Responder

    Tenho uma dúvida sobre esta isenção de vendas até 20K/mes.

    – como declarar em rendimentos isentos, já que este só tem um unico campo.??

    Ex. fictício: faz uma venda a cada mes(20k) durante os 12 meses do ano e em cada uma delas ganha 10.000,00

    – deve lançar em rendimentos isentos 120.000,00 ???

    OBG.
    =======================================================================
    “São isentos do imposto sobre a renda os ganhos líquidos auferidos por pessoa física em operações
    efetuadas:
    I – com ações, no mercado à vista de bolsas de valores ou mercado de balcão, se o total das alienações desse ativo, realizadas no mês, não exceder a R$ 20.000, 00 (vinte mil reais)”

  10. Virginia C Ferro Responder

    Tenho um plano de saude da Sul America, modalidade PME, empresarial, contratado usando o CNPJ da minha empresa de consultoria (sou sócia administradora). O plano tem somente 3 pessoas, eu e dois dependentes. Desde 2014 tenho este plano. No ano passado, entrei na malha fiscal e a Receita não reconheceu como dedução o valor pago pelo plano, mesmo apresentando os comprovantes do pagamento feito por mim, pessoa física.
    Poderia esclarecer este assunto?

  11. Pingback: Como declarar criptomoedas no Imposto de Renda | Dascriptos

  12. rich Responder

    Ola, tenho uma filha de 1 ano sem CPF. Preciso incluir ela como dependente ou alimentado ou os dois?

    A mae tambem precisa preencher a declaracao dela na mesma forma com dados da filha como dependente igual a minha?

    e obrigatorio incluir?

    Obrigado.

  13. Tania Martins Responder

    Óla, gostaria de tirar uma dúvida. Não trabalho e sempre entrei no imposto de renda do meu marido como dependente porém em 2017 alugamos o nosso apartamento através de uma imobiliaria, e ele ficou no meu nome. Não recolho carne-leão pois ele esta abaixo do valor de recolhimento. Minha dúvida é: como fazemos para declarar esse ano? posso continuar na declaração do meu marido ou isso pode aumentar o valor que ele vai para de IR e nesse caso eu teria que fazer um IRPF no meu nome, só por isso?

  14. Matheus Henrique Cardoso Responder

    Como faço para declarar um veículo financiado(ainda não quitado) ao qual foi passado para meu nome(tanto o veículo, quanto a dívida) no ano passado?

  15. Aguiar Responder

    Prezados, bom dia!

    Como declarar ação cível ganha, que condenou construtora a pagar indenização por atraso em emissão da escritura (liberação de hipoteca)?

    Atenciosamente

  16. Daiane Cristina Responder

    No fim do ano de 2016 eu e meu esposo adquirimos um imóvel onde utilizamos nosso FGTS + R$ para entrada, onde consta no contrato mais de 50% em meu nome (somos casados no regime que tudo que foi adquirido depois que casamos deve ser compartilhado) e apenas eu declaro IR e meu esposo não necessita devido aos valores recebidos anualmente.

    A minha dúvida é referente a declaração do valor da entrada que foi dado no fim de 2016, somo o meu FGTS e do meu esposo + valor em dinheiro para incluir na declaração ou insiro apenas o meu FGTS?
    Tem algum problema o contado não ter incluso esse valor de entrada na Declaração de 2017 sendo que a entrada foi dada no fim de 2016 mas o financiamento iniciou em Janeiro.2017?

  17. Natália Responder

    Boa tarde!!!

    Posso incluir um dependente e se no ano seguinte, não for vantajoso posso simplesmente tira-lo e assim sucessivamente?

    Obga.

  18. Breno Responder

    Nossa, esse guia é OURO!!!!
    Me ajudou demais.
    Parabéns pelo trabalho pessoal.

  19. Tiburcio M de Barros Responder

    como declarar e onde no IR/18 GANHO DE AÇAO JUDICIALCONTRA ESPOLIO em 2017 230000,00 reais , tenho 72 anos

    Atenciosamente

  20. Elaine Responder

    Bom dia. Como declarar o plano odontológico que pago, onde sou eu a titular e minha mãe como dependente? Ressalto que ela tem mais de 70 anos e faz sua própria restituição.

  21. Carlos Jair Teixeira Responder

    Prezados, entrei em um pdv na empresa onde trabalhava. 12% deste pdv foi para minha filha como pensão alimentícia judicial. Pergunto: estes 12% que serão declarados por minha ex-esposa são tributados? Obrigado.

  22. RENATO ROCHA Responder

    Boa tarde
    Sou proprietário de um prédio pelo qual encontra-se alugando o espaço em aberto de área comum para antena de telefonia gostaria de saber se esse valor recebido é tributado?

    • Ábaco Líquido Autor do postResponder

      Bom dia Renato,

      Se o seu prédio alugar espaço para publicidade ou instalação de antenas de televisão, o valor mensal recolhido deve ser declarado pelos residentes. Ainda que os condôminos não tenham recebido os pagamentos em espécie, são eles os beneficiários dessa quantia, observando-se isso, por exemplo, quando o valor recebido se incorpora ao fundo para o qual contribuem, ou quando diminui o valor do condomínio cobrado.
      – Já o pagamento pela ocupação de salões de festas, piscinas, churrasqueiras ou qualquer outro item pelos próprios condôminos não é considerado rendimento de aluguel.

  23. Diego Rocha Responder

    Bom dia,
    Ano passado eu e minha esposa saímos do trabalho e viemos para os EUA estudar.
    Fizemos muitas transferências pelo Transferwise para pagar nossos gastos de moradia e alimentação durante esse período.
    Pelo que entendi não preciso pagar imposto sobre o valor do curso, bem como os gastos de moradia e alimentação, certo?
    Mesmo assim eu preciso declarar todos esses gastos, certo? Como faço no IR, em qual parte? Só ir parte de Pagamentos Efetuados – Instrução no Exterior? Essa parte coloco só o valor do curso? Tem alguma parte que consigo passar as informações do Transferwise?

    Muito Obrigado e parabéns pelo site/blog, é o melhor que vi sobre o assunto.

  24. ernesto tramontini junior Responder

    São isentos eventuais ganhos obtidos na alienação de moedas estrangeiras, cujo total vendido no ano seja inferior a US$ 5.000. Marido e esposa adquiriram em 2016, 2.500 euros, cada um, no CPF de cada um, mas em abril de 2017 declararam os 5.000 euros como bens comuns do casal na declaração do marido. Em julho de 2017 gastaram os 5.000 euros em viagem com valor de alienação maior do que o valor de aquisição e tiveram lucro. Declaram em separado. Cada um pode usar individualmente o limite de isenção de US$ 5.000 anuais e lançar na sua declaração o ganho obtido como rendimentos isentos ou, como lançaram o total de 5.000 euros apenas na declaração do marido deve prevalecer um único limite de isenção, de US$ 5.000 anuais, para ambos e, portanto, devem apurar qual foi o ganho de capital na alienação de moeda estrangeira acima do limite de isenção e lançar o ganho como rendimento tributável na declaração do marido onde consta os 5000 euros como bens comuns do casal?

  25. Cristina Responder

    bom dia
    tenho um filho que completou 25 anos em setembro de 2017 e ele estuda em universidade pública federal, posso declarar esse filho como dependente e esse valor é proporcional ao ano todo ou só até o mes que ele completou 25 anos?

    • Ábaco Líquido Autor do postResponder

      Cristina,
      Pode declarar normalmente como dependente. Não precisa fazer proporção.

  26. Guilherme Dálfran Lima Fernandes Responder

    Olá,
    Se o nome de um dos filhos do meu cliente está incorreto no plano de saúde, eu devo declarar com o nome certo (no CPF) ou o nome que consta no banco de dados do plano de saúde?

    • Ábaco Líquido Autor do postResponder

      Bom dia Guilherme!
      Acredito que o critério de cruzamento de dados da Receita é apenas o CPF, desta forma a grafia do nome não seria critério de cruzamento. Eu acho melhor declarar o nome correto e solicitar uma atualização de cadastro no plano de saúde.

  27. MATHEUS ALVES Responder

    BOM DIA
    PREZADO (A)

    OS RENDIMENTOS RECEBIDO DE PESSOA FÍSICA ATRAVÉS DE ALUGUEL ELE TAMBÉM SERA COBRADO INSS?

    GRATO!!!

  28. Sérgio Pasin Responder

    Comprei um veículo para minha esposa, minha dependente. O veículo foi registrado em nome dela. Como declarar no IRPF.???

  29. Fatima maria Responder

    Tenho uma dependente pensionista com doença grave, qual campo devo lançar o valor da pensão recebida do INSS?

    • Ábaco Líquido Autor do postResponder

      Olá Fátima,
      Como veio discriminado o informe de rendimentos?

  30. Maria Aparecida Responder

    Olá boa noite eum gostaria de uma informação este ano não vai haver o livro de perguntar e resposta em 2018

  31. Paulo Responder

    Boa noite. Ganhei duas ações judiciais em 2017:
    1 – Uma ação trabalhista contra a Prefeitura, cuja rescisão ocorreu em 2010, referente à promoção devida mas não recebida. Do valor da causa foram descontados 30% de honorários advocatícios.
    2 – Multa moratória, referente à obrigação de lavratura de escritura, no valor de R$13.801,93, custas processuais de R$1.276,01, e a diferença de R$12.525,92 a ser recebida em 18 parcelas de R$776,78.
    Como declarar as duas situações?

  32. Marcia Pires Responder

    Bom dia. Ano passado minha filha recebeu 12 mil de FGTS. Ela vive na Nova Zelândia, e temos uma conta-corrente juntas. Então eu remeti o dinheiro pra ela, e o fisco me cobrou R$ 750,00, aproximadamente, de IR. Esse dinheiro nem era meu. Como fazer para declarar esse imposto? É possível sua restituição? Obrigada.

  33. Douglas Responder

    Para registrar um imóvel é necessário preencher novos campos. Logo no início consta a matrícula do imóvel na prefeitura (consta no carne do IPTU).

    Logo depois de colocar a metragem do imóvel existe um campo para colocar o “registro”, mas que registro seria este se a “matricula” no cartório de registro de imóveis deve ser posta em outro campo logo a seguir?

    Tem algo errado aí.

  34. Ls Responder

    Bom dia,

    Recebi uma fração de bem imóvel através de formal de partilha em julho/2016, sendo que o registro no RI ainda não foi finalizado. Porém, o imóvel foi vendido em 2017, tendo sido pago em 6 parcelas (a última em fevereiro/18). Não foi feito declaração de espólio. Como declarar?

  35. ROBERTO Responder

    Eu tenho copia de segurança das declaraçoes de 2017 e aparece em arquivo dbk ou bak No entanto quanto tento importar para 2018 nao consigo . O que devo fazer:

  36. Jackson Responder

    A receita agora pede os dados do imóvel, um deles é “Data de Aquisição”. Um imóvel recebido de herança qual data que se deve colocar? A data realmente de aquisição ou a data em que foi recebido de herança? Em minha cabeça seria a data em que foi passado para o herdeiro, na data de aquisição o herdeiro nem nascido era. O que acha? Obrigado.

    • Ábaco Líquido Autor do postResponder

      Bom dia Jackson!
      No meu entendimento é a data de recebimento da herança.

  37. Eduardo Responder

    Contribuinte que errou endereço de imóvel discriminado em “bens e direitos” em anos anteriores, pode informar o endereço correto na próxima declaração IRPF 2018/2017, sem a necessidade de apresentar retificadora? Obrigado

    • Ábaco Líquido Autor do postResponder

      Olá Eduardo,

      Não vejo problema, apenas coloque uma observação.

  38. Edesio Responder

    Bom dia,
    Fiz uma doação de lote de terreno ao meu pai que, por orientação equivocada do contador, foi declarada (neste ano – 2017) pelo valor atualizado e gerou IR sobre o ganho de capital. Sabendo agora que não haveria necessidade de ter sido declarada com o valor atual e, sim, poderia ter sido com o valor original até então declarado na última DIRF (o que não geraria ganho de capital e nem o IR), posso retificar a declaração e pedir à Receita Federal o reembolso do valor do imposto pago?
    Desde já agradeço!

    • Ábaco Líquido Autor do postResponder

      Boa tarde Edesio!

      Sugiro que você entre em contato com a Receita Federal para explicar seu caso. No meu entendimento é seu direito realizar a retificação das declarações e pedir a devolução do valor pago indevidamente, mas só mesmo a Receita para lhe dar a informação oficial.

      Abraço!

  39. richard Responder

    Ola Ábaco, tem algum forum ou communidade onde pessoas podem fazer perguntas ou trocar conhecimento sobre como declarar imposto de renda e outras topicos relacionados? Procurei no seu site mas nao encontrei.

    Obrigado!

    • Ábaco Líquido Autor do postResponder

      Bom dia Richard!

      Aqui no site não, geralmente as pessoas fazem as perguntas no post relacionado.

  40. Rob Responder

    Bom dia meus caros,

    Primeiramente agradecer pelo conteúdo do site de vocês que é maravilhoso.

    Tenho uma dúvida e gostaria de saber se poderiam me responder.

    Trabalho com carnê leão como prestador de serviço a mais de 2 anos e nunca tive problemas pois sempre paguei os impostos devidos quando se passam do valor estimado mensal. Em breve irei me mudar para Portugal onde vou estudar, sendo assim, não serei mais residente do Brasil. Se eu continuasse a receber o dinheiro de meus clientes em contas brasileiras mesmo morando no exterior, como que isso funcionaria? Continuo pagando o carnê leão ou existe algum darf específico para quem mora fora? Teria que pagar algum imposto por isso?

    Obrigado
    Att
    Rob

  41. Helvio Santos Peique Responder

    Boa tarde gostaria de fazer uma pergunta de iniciante em renda Variavel,
    Na somatorio enttre açoes 9000.00 e 12000,00 em fundos imobiliarios, a somatorio deu valor de venda superior a 20.000,00 devo pagar DARF ?
    Ou a venda de 20.000,00 é somente em açoes ?

    • Ábaco Líquido Autor do postResponder

      Bom dia Helvio!

      20.000 somente considerando ações. Mesmo porque venda de FII não tem isenção, sempre paga IR se teve lucro.

      Não deixe de assinar o site Abacus Liquid para ficar informado sobre as últimas novidades.
      http://abacusliquid.com/blog/assine

      Abraço!

  42. Pingback: Imposto de Renda na Bolsa: Ações, FIIs, Opções, Derivativos e Day Trade

  43. Michel Responder

    Boa tarde!

    Qual data vale na hora de declarar ações em custódia? A data de movimentação ou a data de liquidação?

    Eu comprei ações em 28/12/2016 (movimentação), mas só foram liquidadas em 03/01/2017 (liquidação), e estou com dúvida, elas devem ser declaradas como se já estivessem em minha custódia em 31/12/2016 ou não pois o que vai valer é a data de liquidação e não a de movimentação?

    • Ábaco Líquido Autor do postResponder

      Michel,

      Esta é uma das grandes dúvidas da humanidade, rs. Particularmente sempre declaro o que comprei e vendi no mês, independente da liquidação. Se é a forma correta não posso lhe afirmar, mas nunca tive problemas – mas ocorreu poucas vezes comigo.

      Abraço!

  44. Berenice Areias Responder

    Excelente site e manual! Parabéns!!! Li no manual que a variação cambial negativa deve ser declarada em Dívidas e Ônus Reais, mas qual o código que deve ser utilizado? Muito obrigada

    • Ábaco Líquido Autor do postResponder

      Obrigado Berenice!

      Pode me informar em qual tutorial leu esta informação?

  45. Davi Carvalho Responder

    Olá, ótimo site, esta é minha pimeira declaração e estou fazendo tudo com o que estou lendo aqui. Tenho uma dúvida bem específica, que não encontrei nos artigos aui e em outros sites. Em novembro recebi o pagamento por transferência bancária da conta de um dos sócios da empresa, ou seja, apesar de ser um rendimento devido ao meu serviço, o pagamento deste mês veio de uma pessoa física sócia da empresa, nos demais meses o pagamento veio da empresa. Minha dúvida é como declaro esse pagamento em específico, como rendimento tributável de pessoa física, ou junto com os demais pagamentos que recebi da empresa em rendimento de pessoa jurídica. Obrigado

    • Ábaco Líquido Autor do postResponder

      Boa tarde Davi!

      Neste caso, o melhor para você será entrar em contato com a contabilidade da empresa para saber a melhor forma de declarar. é um caso que não tenho conhecimento.

      Abraço e obrigado!

  46. Leonardo Responder

    Olá Uó,

    É proposital a não possibilidade de seleção do texto com o mouse e também usar o botão direito para abrir os links em outras abas?

    • Ábaco Líquido Autor do postResponder

      Bom dia Leonardo!

      Desabilitei para desencorajar algumas pessoas que estavam copiando artigos do site e republicando em outros sites sem permissão e sem referência. Ficou difícil navegar na sua opinião?

      • Leonardo

        Uó,

        Achei que ficou bem ruim. Principalmente pela forma que navego que é sair abrindo várias abas de conteúdo relacionado. Entendo as razões dessa medida e infelizmente isso ocorre com todos aqueles que disponibilizam conteúdo novo e de qualidade (o Guilherme do ValoresReais e MMdM já passou por isso também). E os caras nem a fonte colocam.
        Na minha opinião, não é uma estratégia muito boa para vencer esses caras, e acaba gerando talvez menos viewpages para ti. De qualquer forma, vou tentar me adaptar a isso. E nem sempre os usuários comuns usam a seleção de texto para copiar o artigo inteiro (mas sim para referenciar num comentário, guardar a informação num .doc ou .txt de anotação, passar por e-mail pra outra pessoa, etc.)
        E pra quem é mau intencionado, continua havendo sempre a possibilidade do cara fazer o download da página e depois copiar o conteúdo que ele tanto quer chupinhar.
        Enfim, talvez essa estratégia pudesse ser reavaliada.

        Abraço!

      • Ábaco Líquido Autor do post

        Leonardo,

        O cliente tem sempre a razão, e o meu cliente é o leitor. Paciência em relação aos piratas, vou liberar os recursos.

        Abraço e obrigado pelo feedback!

  47. Pingback: Processada em Fila de Restituição: O que Significa?

    • Ábaco Líquido Autor do postResponder

      Bom dia José Eduardo!

      Se a formação do profissional em questão for de psicologia então pode sim. Mas se for um pedagogo com especialização nesta área então não pode.

      Abraço!

  48. sarah Responder

    Parabéns pelo excelente manual sobre o imposto de renda 2017. ficou excelente!

  49. GILMAR CORREAS DE SA Responder

    ONDE LANÇAR O FUNDO DE GARANTIA DA DEMISSAO E QUAL O CNPJ

  50. João Manuel Soares Mendes Responder

    Boa tarde Abaco,
    Tenho uma duvida como declarar uma aplicação em LCI, na declaração de ajuste deste ano.
    Na ficha de Rendimentos Isentos e Não Tributaveis, item 12, deve-se informar o valor do rendimento que consta no informe do banco para o IRPF.
    Na ficha de Bens e Direitos, codigo 45,deve-se informar somente o valor da aplicação sem adicionar o rendimento. Correto ?
    Fico no aguardo do vosso esclarecimento.
    Obrigado.

  51. Junior Bastos Responder

    Olá,

    Tenho uma dúvida sobre consórcio e não encontrei em nenhum lugar a resposta. Nem mesmo o contador soube me responder.

    Meu pai transferiu para mim uma cota contemplada de um imóvel, ofertei o lance para quitação e peguei o valor “em dinheiro”, tudo isso em 2016.

    No programa há apenas para cota não contemplada ou a declaração do bem retirado no consórcio. O que faço?

    Agradeço se alguém puder me ajudar.

  52. José Maria Assunção Moraes Responder

    O IRPF que se paga durante o ano, assim como o INSS, são abatidos do total de rendimentos ganhos para formar a base de cálculo para apurar o imposto devido. Por que no precatório se é tributado na fonte e na declaração? lá aparece RRA e mais o valor complementar que ainda devemos pagar? Por que, ainda, quando declaramos o precatório o sistema não abate o que nos foi descontado a título de INSS? Isso não seria usurpação de um direito do contribuinte? É correto. É justo. ´É Honesto, enfim!?
    José Maria Moraes

  53. José Raimundo B. da Silva Responder

    Minha mãe é minha dependente no Imposto de Renda. Pago o salário da empregada doméstica dela e o e-social, porém o e-Social está no CPF da minha mãe. Posso abater o INSS na minha declaração?

    • Ábaco Líquido Autor do postResponder

      Bom dia José!

      É uma dúvida interessante mas não sei responder ao certo. No meu entendimento, quem deve declarar o pagamento é quem está cadastrado no e-Social, por questões de cruzamento de dados, o CPF da sua mãe enquanto empregador deve “bater” com o CPF da empregada doméstica. Contudo, se você verificar a ficha de pagamento mostrada na figura abaixo, verá que não há como especificar quem está pagando (se é o titular da declaração ou se é o dependente).

      pagamento efetuado contribuicao patronal

      Entendo então que nesta ficha, caso você declare o pagamento, a Receita entenderá que você está pagando e não sua mãe, e desta forma os CPFs não irão bater. Mas isto é só um entendimento que fiz aqui.

      Sugiro entrar em contato com a Receita para verificar o procedimento correto.

      Abraço!

  54. Larissa Fernandes Responder

    Boa tarde!
    Minha filha fez 24 anos em 28/02/16. Ela fez pós graduação durante todo o ano. Recebeu 6.000,00 de RPA em 2016 e em dezembro teve a cartyeira assinada. Pode ser minha pendente no IR de 2016 que irei declarar agora em 2017?

    • Ábaco Líquido Autor do postResponder

      Bom dia Larissa!

      A regra da Receita é de que filhos até 24 anos que curam ensino superior podem ser dependentes. Porém o manual não deixa claro se pós graduação se enquadra como ensino superior. Sugiro você entrar em contato com a Receita, enviando os dados do curso, para se certificar de que o mesmo será aceito.

      Abraço!

  55. Elton Responder

    Boa tarde Ábaco!
    Outro dia ao abrir uma conta salário descobri que o meu CPF estava bloqueado. Fiz uma consulta numa agência da Receita Federal e consta que no mês de julho/2015 tive rendimentos tributáveis acima de R$ 20 mil declarado pela minha corretora.
    Só então é que fui dar o real valor sobre as declarações e recolhimentos de IR.
    Agora fiz uma planilha com a informação da corretagem das operações que realizei no mercado à vista de ações de abril/2015 à setembro/2016. Tem aproximadamente 80 operações de compra e venda, de fato no referido mês de julho/2015 excedi o limite de alienações e ainda tem algumas operações de daytrade que ficaram de declarar.
    Embora eu fiz uma série de cálculos fica a dúvida do que declarar e recolher direitinho.
    Será que você poderia me ajudar?

    • Ábaco Líquido Autor do postResponder

      Boa noite Elton!
      Para eu te ajudar preciso que coloque uma dúvida em específico. Talvez seu caso seja até de contratar uma consultoria. Não vendo estes serviços, mas se seu caso for muito complicado tenho quem indicar. Mas se a dúvida for simples é só postar aqui.
      Abraço!

  56. Júnior Responder

    olá” minha declaração foi retificada e agora aparece em fila de restituição, como lí em seu artigo ela deve ser paga no lote residuais ano de 2017, mas qual o mês exato? sabe informar?

    • Ábaco Líquido Autor do postResponder

      Olá Junior
      Infelizmente não tem como saber em qual lote sairá. A Receita não nos dá esta colher de chá, rs. O jeito é ficar consultando.
      Abraço!

  57. Daniela Responder

    Olá, tudo bem?
    Estou sempre consultando como você pediu que eu fizesse e continua aparecendo no status que “está em fila de restituição”. Só há mais um lote, posso ter a certeza de receber nesse último? Obrigada!!!!

    • Ábaco Líquido Autor do postResponder

      Olá Daniela, infelizmente a Receita não nos dá esta “certeza”. Por segurança, sugiro não contar com este dinheiro no fim do ano, mas é muito provável que a sua saia sim agora em dezembro. Vamos aguardar o dia da consulta para verificar novamente o status.
      Abraço!

  58. Daniela Oliveira Responder

    De acordo com esse fluxograma ainda há possibilidade de receber a restituição nesse 6° lote? Já que o status da ordem de pagamento só aparece no dia do crédito pelo banco.
    Obrigada.

    • Ábaco Líquido Autor do postResponder

      Olá Daniela,
      Há possibilidade sim. Aguarde o dia do pagamento para consultar novamente.
      Abraço!

  59. Osmar Responder

    Caro
    E o seguinte consultei a minha restituicao encontra se uma mensagem assim sua declaração foi processada e encontra se na fila, pois era para ser paga dia 17/10/2016 e até o momento nada, o que posso fazer?

    • Ábaco Líquido Autor do postResponder

      Olá Osmar.
      Como seu status não mudou para “Creditada” no dia 17, então quer dizer que sua restituição foi empurrada para a próxima liberação. Agora é aguardar mais um mês.
      Abraço!

  60. Janaina Responder

    Olá obrigada pela resposta, mas agora minha situação ficou mais complicada! Pois descobri que minha restituição foi creditado em uma conta errada! Que não me pertence! Como proceder?

    • Ábaco Líquido Autor do postResponder

      Olá Janaína, como descobriu isto? Não foi a conta que vc informou na declaração? Sugiro entrar em contato nos telefones abaixo.
      Abraço!

  61. JANAINA L G CESAR Responder

    Bom dia,

    Minha restituição estaria liberada no dia 17/10/2016, no 5º lote.
    A minha situação está como creditada.

    Mas não entrou na minha conta, eu tenho que esperar durante o dia para esse credito?

    Fico no aguardo.

    Obrigada.

    • Ábaco Líquido Autor do postResponder

      Boa tarde Janaina, sugiro aguardar.
      Se por algum motivo sua restituição não for creditada hoje até o fim do dia, entre em contato com o Banco do Brasil para pedir a transferência do valor. Os telefones para contato são: 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos). Lembrando que conta salário não é aceita pela Receita.
      Abraço!

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