Candidatos à Presidência da República em 2018: As eleições gerais em 2018 serão realizadas simultaneamente em todo o país para eleger o presidente e o vice-presidente da República. No mesmo pleito, serão escolhidos os próximos governadores e seus vices, senadores, deputados federais e estaduais. Conheça agora a ficha eleitoral dos candidatos a presidente do Brasil em 2018: Haddad, Ciro Gomes, Jair Bolsonaro, Marina Silva, Geraldo Alckmin, Álvaro Dias, Henrique Meirelles, Guilherme Boulos, João Amoêdo, José Maria Eymael, Vera Lúcia, Cabo Daciolo e João Goulart Filho.

A poucas semanas da votação em primeiro turno das eleições 2018, o país se mobiliza nos lares e redes sociais para discutir sobre os candidatos aos cargos. O ex-presidente Lula já oficialmente fora da disputa e o cenário eleitoral sofreu um evento inesperado com o atentado à faca ao candidato Jair Bolsonaro.

Candidatos à Presidência em 2018

A tabela abaixo apresenta a lista definitiva candidatos à presidência da república do Brasil em 2018. A eleição contará com 13 candidatos, o maior número desde 1989, quando 22 candidatos tiveram seus nomes registrados nas urnas.

Candidato a Presidente Candidato a Vice Coligação
Álvaro Dias (Podemos) Paulo Rabello de Castro (PSC) Podemos, PSC, PRP, PTC
Cabo Daciolo (Patriota) Suelene Balduino Nascimento (Patriota) Patriota
Ciro Gomes (PDT) Kátia Abreu (PDT) PDT, Avante
Fernando Haddad (PT) Manuela D’ávila (PCdoB) PT, PROS, PCdoB, PCO
Geraldo Alckmin (PSDB) Ana Amélia (PP) PSDB, PP, PTB, PSD, SD, PRB, DEM, PPS, PR
Guilherme Boulos (PSOL) Sônia Guajajara (PSOL) PSOL, PCB
Henrique Meirelles (MDB) MDB MDB, PHS
Jair Bolsonaro (PSL) Hamilton Mourão (PRTB) PSL, PRTB
João Amoêdo (Novo) Christian Lohbauer Novo
João Vicente Goulart (PPL) Léo Alves (PPL) PPL
José Maria Eymael (DC) Helvio Costa (DC) DC
Marina Silva (Rede) Eduardo Jorge (PV) Rede, PV
Vera Lúcia (PSTU) Hertz Dias (PSTU) PSTU



Fernando Haddad

Lula tem liderado os cenários para a eleição presidencial em todas as pesquisas, mas foi ser impedido de disputar a eleição, uma vez que a segunda instância da Justiça federal manteve por unanimidade sua condenação por corrupção e lavagem de dinheiro. Assim, a candidatura do petista foi barrada pela Lei da Ficha Limpa. O Partido dos Trabalhadores anunciou em 11/09 que Fernando Haddad concorrerá à Presidência da República no lugar do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que teve o registro de candidatura rejeitado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na chapa original, Haddad era o vice. Na nova formação, a candidata à vice-presidência será Manuela D’Ávila, do PCdoB. O anúncio foi feito em Curitiba, onde Lula está preso desde 7 de abril, cumprindo pena de 12 anos e 1 mês de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso da Lava Jato envolvendo o triplex em Guarujá (SP).

lula 2018

Inicialmente, o PT oficializou Fernando Haddad como vice de Lula. O partido também anunciou a coligação com o PCdoB uma vez que Manuela D’Ávila abriu mão de sua candidatura à Presidência. Em 11/09, foi confirmada pela Executiva Nacional da legenda a chapa que tem Fernando Haddad (PT) como candidato a presidente e Manuela D´Ávila (PCdoB) como vice.

Manuela Pinto Vieira d’Ávila (Porto Alegre, 18 de agosto de 1981) é uma jornalista e política brasileira, filiada ao Partido Comunista do Brasil (PCdoB). Foi deputada federal pelo Rio Grande do Sul entre 2007 a 2015 e líder de seu partido na Câmara dos Deputados, em 2013. Natural de Porto Alegre, começou sua carreira política no movimento estudantil e depois ingressou na política partidária. Foi a vereadora mais jovem da história de Porto Alegre, eleita em 2004. Foi eleita deputada federal em 2006 e reeleita em 2010, alcançando recordes de votação.

Fernando Haddad (São Paulo, 25 de janeiro de 1963) é um acadêmico e político brasileiro, filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT). É professor de ciência política da Universidade de São Paulo (USP), instituição pela qual se graduou bacharel em direito, mestre em economia e doutor em filosofia. Foi nomeado ministro da Educação em julho de 2005 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, permanecendo no cargo até janeiro de 2012, ano em que foi eleito prefeito do município de São Paulo, vencendo no segundo turno o candidato tucano, José Serra.

João Amoêdo

Fundador do partido Novo, o ex-banqueiro João Amoêdo é o candidato da legenda à Presidência da República. Se define como “empreendedor”, ecoa o discurso de outsider e critica com frequência a “política tradicional”. Sua principal bandeira é a diminuição do papel do Estado, que considera ineficaz e burocrático. Defende a privatização da Petrobras, dos Correios e do Banco do Brasil. Já foi vice-presidente do Unibanco e construiu toda sua carreira no sistema financeiro.

joao amoedo

João Dionisio Amoêdo foi oficializado candidato à Presidência da República pelo Partido Novo durante convenção na capital paulista. O cientista político Christian Lohbauer foi escolhido como candidato à vice-presidente.

João Dionisio Filgueira Barreto Amoêdo nasceu em 22 de Outubro de 1962 no Rio de Janeiro, filho do médico radiologista paraense Armando Rocha Amoêdo e da administradora de empresas, Maria Elisa Filgueira Barreto, do Rio Grande do Norte. João sempre se dedicou aos esportes. Já completou 6 ironmans (prova de triathlon no qual o participante deve nadar 3,8km, pedalar 180 km e depois correr 42km) e mais de 10 maratonas. Em 2010, após um ano de tratamento de um Linfoma, conseguiu se recuperar e voltar à sua rotina, inclusive de esportes.


Junto com 181 cidadãos de 35 profissões diferentes e oriundos de dez estados da Federação, fundou o Novo em 12 de fevereiro de 2011. Em 15 de setembro de 2015, o NOVO teve seu registro definitivo aprovado e Amoêdo se tornou o presidente do Partido, se afastando do cargo em julho de 2017, para concorrer a eleição de 2018 como presidente da República.

Ciro Gomes

Ciro Gomes foi o primeiro a se declarar pré-candidato. A pré-candidatura de Ciro foi anunciada pelo PDT em dezembro de 2015. Desde então, o ex-ministro da Integração Nacional do governo Lula viaja pelo país em campanha. Ciro fez diversas críticas ao ex-presidente e o responsabilizou pela crise política do país. “Lula é sombra de mangueira. Não nasce nada embaixo. Está errado”, disse o pedetista ao jornal Valor Econômico.

ciro gomes 2018

O PDT confirmou no dia 20 de julho a candidatura de Ciro Gomes à Presidência da República, na convenção nacional que reuniu filiados do partido. A senadora Kátia Abreu será a candidata a vice na chapa.

O presidente do PDT, Carlos Lupi, disse que Ciro precisará honrar o compromisso firmado com a legenda. “Ele terá de acatar a decisão do partido. Tivemos em março a nossa convenção nacional, e a candidatura do Ciro foi confirmada por ampla maioria. É pouquíssimo provável que haja uma desistência, porque ele passa a ser um instrumento da unidade coletiva. Isso é preponderante diante de sua vontade pessoal.” Lupi disse que a experiência de Ciro será um diferencial para conquistar o eleitorado, sobretudo a parcela que ficará “órfã” caso Lula seja impedido de concorrer. “Não creio que o país partirá para uma aventura. A população quer alguém que conheça a máquina e que já tenha sido testado. Podem ter ocorrido polêmicas e afirmações mais ásperas por onde o Ciro passou, mas nunca houve corrupção. Essa mazela ele não tem em seu histórico.”

Jair Bolsonaro

O militar da reserva vinha externando o desejo de concorrer à Presidência desde 2014. Há 27 anos no Congresso, Jair Messias Bolsonaro, 62 anos, anunciou em março de 2016 a pré-candidatura pelo PSC, mas desavenças com o presidente da sigla, Pastor Everaldo, fizeram o deputado federal buscar um novo partido para se lançar ao cargo. Bolsonaro chegou a assinar a ficha de filiação do PEN (Partido Ecológico Nacional), que espera a homologação da Justiça Eleitoral para mudar o nome para Patriota – mudança feita a pedido do candidato. Mas, em seguida, filiou-se ao PSL (Partido Social Liberal) para concorrer à Presidência da República.

bolsonaro 2018

Jair Bolsonaro foi confirmado no dia 22 de julho como o candidato à Presidência da República nas eleições deste ano pelo PSL. Hamilton Mourão (PRTB) é o vice na chapa.

Bolsonaro afirma que conseguirá vencer a eleição sem ter tempo de televisão nem fundo partidário. “As redes sociais terão um peso muito grande aqui no Brasil. Estou apostando que irá para o segundo turno quem tiver 22% das intenções de votos. O horário gratuito tem a sua importância, mas está perdendo força. Se eu for para o segundo turno, todo mundo estará em situação de igualdade.” O deputado federal diz que a candidatura à Presidência é “uma missão de Deus” e que considera um “absurdo” ser classificado como um político de extrema direita por conta de seus posicionamentos conservadores e do apreço que nutre pela ditadura militar (1964-1985). A base de sua plataforma política, diz, será “diminuir a temperatura da questão da segurança no país”.

Geraldo Alckmin

Assim como o PT, seu histórico adversário, o PSDB sofreu com a implicação dos seus principais quadros em escândalos de corrupção. O senador Aécio Neves, derrotado no segundo turno das eleições de 2014 por Dilma Rousseff, foi varrido para fora da disputa presidencial após se tornar alvo de nove inquéritos no STF. Entre as ações investigadas está o pedido de dois milhões de reais que o senador teria feito ao empresário Joesley Batista, da JBS. Alckmin foi confirmado como o único candidato do PSDB, depois que o ex-senador e atual prefeito de Manaus Arthur Virgílio desistiu de participar das prévias para definir quem será o candidato tucano nas urnas.

doria alckmin 2018

Em convenção nacional realizada na capital federal, o PSDB confirmou a candidatura do presidente do partido e ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, à Presidência da República nas eleições de outubro. Dos 290 votantes, 288 aprovaram a candidatura de Alckmin. A senadora Ana Amélia (PP-RS) é a vice na chapa.

Alckmin, de 64 anos, foi o único que externou a vontade de ser presidente da República. Também citado nas delações da Odebrecht, o governador se fortaleceu dentro do partido ao defender por diversas vezes o desembarque tucano da gestão de Michel Temer (PMDB). Ele repetiu por diversas vezes que o compromisso da sigla deveria ser apenas com as reformas políticas. “Defendi lá atrás que o PSDB não ocupasse cargos [no governo]”, disse Alckmin, cujo partido tem quatro ministérios no governo.

Marina Silva

“Não temos outra alternativa que não seja Marina Silva. Ela é nossa candidata a presidente e para quem eu trabalho nesse sentido”, disse o senador Randolfe Rodrigues (AP), a principal liderança da Rede no Congresso. Com duas eleições presidenciais no currículo, Marina Silva, de 60 anos, lançou oficialmente a candidatura em 2 de dezembro de 2017. Marina ficou em terceiro nas eleições de 2010 e 2014. Segundo Randolfe, a ex-senadora lançará uma candidatura “antissistêmica e contra o establishment que se tornou a política”.

marina silva 2018

A primeira convenção nacional da Rede Sustentabilidade confirmou o nome Marina Silva como candidata da sigla à Presidência da República. O candidato à vice na chapa, o médico sanitarista, Eduardo Jorge, do Partido Verde (PV), também foi apresentado oficialmente no encontro.

Marina passou ilesa pelos escândalos de corrupção que devastaram Brasília, mas ouve cobranças para ser mais assertiva em seus posicionamentos. Randolfe afirma que as críticas são resultado da oposição feita pela Rede “aos dois pólos de poder, caracterizados por PT e PSDB”. “Alguém que se credencia dessa forma é atacado com mais intensidade. A Marina tem se manifestado no tempo dela, segundo a metodologia dela.” Houve também especulações de que o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa poderia ser o vice-presidente de Marina. “Joaquim tem o perfil que a Rede pretende, mas essa é uma decisão unilateral dele”, disse Randolfe. “Farei o que puder para Joaquim se filiar ao partido. Estou convencido de que uma eventual chapa com ele e Marina teria enormes chances de conquistar as eleições.”

Álvaro Dias

No ano passado, ele trocou o PV pelo Podemos – antigo PTN – com a expectativa de se lançar candidato, mas ainda enfrenta o desafio de se tornar um nome mais conhecido nacionalmente, capaz de conseguir mais que os 4% de votos sinalizados pelas pesquisas.

alvaro dias

Álvaro Dias foi escolhido pelos convencionais do Podemos para ser candidato à Presidência da República. Ele vai compor chapa com o ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Paulo Rabello de Castro, cujo partido, o PSC, havia decidido lançar candidatura própria à Presidência, mas desistiu em favor de uma aliança com o Podemos. Além do PSC, fazem parte da coligação até agora os partidos PTC e PRP.

Álvaro Fernandes Dias nasceu em Quatá no dia 7 de dezembro de 1944. É um historiador e político brasileiro. Filiado ao Podemos (PODE), exerce atualmente o cargo de Senador da República Federativa do Brasil, representando o Estado do Paraná. Iniciou sua carreira política elegendo-se vereador de Londrina em 1968 pelo MDB. Foi eleito deputado estadual em 1970, exercendo o cargo até 1974. Em 1974, foi eleito deputado federal, sendo reeleito em 1978. Em 1982, foi eleito senador pelo PMDB. Em 1986, foi eleito governador do Paraná. Em 1994, se filia ao PSDB. Em 1998, elege-se senador da República pela segunda vez. Em 2001, foi expulso, junto com seu irmão Osmar Dias, do PSDB e se filia ao PDT. Em 2002, é mais uma vez derrotado nas eleições para governador do Paraná, perdendo no segundo turno para Roberto Requião. Após menos de dois anos no PDT, retorna ao PSDB em 2003. Foi reeleito ao cargo de senador em 2006. Foi líder do PSDB no Senado Federal de fevereiro de 2011 a janeiro de 2013. Nas eleições 2014, Álvaro Dias foi reeleito para o terceiro mandado consecutivo como senador da República

Henrique Meirelles

Para tentar se viabilizar como pré-candidato, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, de 72 anos, deixou o cargo no início de abril e trocou o PSD pelo MDB (ex-PMDB). Ele ainda busca o apoio declarado de Michel Temer, que ainda não descartou a possibilidade de ele próprio tentar se reeleger presidente. Meirelles também corteja partidos do centrão como PP e PR para uma possível candidatura. “Volto ao MDB para construir o sonho de um país de oportunidades. Volto para continuar servindo ao Brasil e Brasileiros”, destacou Meirelles. Na presença do presidente, Michel Temer, ele destacou que “a ponte para futuro apontou ao Norte, faltava apenas colocar em prática e o Michel Temer fez isso”, destacou.

henrique meirelles

O MDB confirmou no dia 2 de agosto o nome do ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles como candidato à Presidência da República. No sábado, o partido informou que Germano Rigotto, ex-governador do Rio Grande do Sul, será o vice na chapa.

Henrique de Campos Meirelles nasceu em Anápolis no dia 31 de agosto de 1945. É um executivo da área financeira com sólida carreira internacional, e Ex-Ministro da Fazenda do Brasil. Considerado uma das figuras mais respeitadas do ambiente financeiro brasileiro internacional, foi presidente internacional do BankBoston (principal executivo) e presidente do Banco Central do Brasil (BCB), cargo que ocupou de 2003 a 2011, durante o governo Lula. Com uma juventude marcada por atuações públicas, quando fez parte do movimento estudantil de Goiânia e liderou greves contra o preço das passagens de ônibus e de material escolar, e influenciado por uma família de políticos – seu avô foi prefeito de Anápolis três vezes, seu pai ocupou cargos na Secretaria do Estado de Goiás duas vezes e teve um tio Governador – Meirelles iniciou a partir de então sua carreira política a qual se dedicou de 2002 a 2014. Em 2002, Meirelles se candidatou a deputado federal em Goiás pelo PSDB e foi eleito com o maior número de votos no estado.

Guilherme Boulos

A Conferência Eleitoral do PSOL, realizada 3M 10/03/2018, confirmou o nome de Guilherme Boulos como pré-candidato à Presidência da República, com a liderança indígena Sônia Guajajara como pré-candidata a copresidenta, numa aliança do partido com diversos movimentos sociais brasileiros. Boulos é coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto, o MTST, e da Povo Sem Medo, frente de movimentos que vem empenhando enfrentamento fundamental nos últimos anos nas lutas contra o golpe e a retirada de direitos. O candidato do PSOL é o postulante mais novo da história brasileira: com apenas 35 anos, representa a necessária renovação da política e da esquerda.

guilherme boulos

Guilherme Boulos, foi lançado no dia 21 de julho como candidato à Presidência da República pelo PSOL, na convenção nacional em São Paulo. Também foi homologado o nome de Sônia Guajajara, representante do povo indígena, para vice-presidente.

Nascido em 1982, Boulos é natural de São Paulo, filho de dois médicos e professores da Universidade de São Paulo (USP). É filósofo, psicanalista, professor e escritor. Desde a juventude, se interessou pelas lutas democráticas e, em 1997, aos 15 anos, ingressou no movimento estudantil, quando militou na União da Juventude Comunista (UJC). Depois, conheceu o Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST) e o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) – em que permanece militando até hoje. Aos 18 anos, em 2000, ingressou na USP, onde se formou em Filosofia na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Após isso, Boulos deu aulas na rede pública de ensino do Estado de São Paulo.

José Maria Eymael

O eterno democrata cristão José Maria Eymael é mais um candidato que se apresenta para a disputa da sucessão de Michel Temer. O ex-deputado se apresenta pela quinta vez como candidato a presidente da República pela Democracia Cristã (DC), antigo PSDC, e cobra espaço na “grande” mídia. Eymael reclama que não tem sido citado por parte da chamada grande imprensa, que tem dado destaque a nomes pouco conhecidos nos meios políticos em detrimento de quem a muito está presente na história do povo brasileiro.

jose maria eymael

O partido Democracia Cristã (DC) confirmou no dia 28 de julho, durante convenção na capital paulista, a candidatura de José Maria Eymael à Presidência da República, nas eleições de outubro, e do pastor da Assembleia de Deus Helvio Costa como vice-presidente.

José Maria Eymael nasceu em Porto Alegre no dia 2 de novembro de 1939. É um advogado, filósofo, empresário e político brasileiro fundador e atual presidente do PSDC. Filho de João Eymael e Lígia Porto Eymael, graduou-se em Filosofia e Direito pela PUC–RS. Eymael filiou-se ao PDC em 1962, militando na Juventude Democrata Cristã. Mas o partido foi extinto pelo Ato Institucional n° 2, em 27 de outubro de 1965, durante a ditadura militar brasileira, quando já trabalhava como presidente do Grupo Nacional de Serviços.

Fontes consultadas: Veja, G1, Gazeta e Correio do Povo

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