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Dólar Hoje (24/05/2017) – Valor: O Banco Central registra perda de R$ 2,505 bilhões com as operações de swap cambial em maio, até dia 19. Em abril, a perda foi de R$ 558 milhões. No ano, o BC acumula ganho R$ 2,914 bilhões. Em maio do ano passado, o BC tinha perdido R$ 3,054 bilhões. Em 2016, a conta de swaps foi positiva em R$ 75,562 bilhões, após perda de R$ 89,657 bilhões em 2015.

O estoque de contratos, que já passou dos US$ 100 bilhões e caiu para menos de US$ 18 bilhões, voltou a subir e está na linha dos US$ 26 bilhões, depois que o BC fez ofertas novas de contratos entre quinta-feira passada e ontem para conter a instabilidade no mercado gerada pela delação dos controladores da JBS. Nesta quarta-feira, o BC não fez colocação de novos contratos, mantendo apenas a rolagem do lote vincendo em junho.

No lado das reservas internacionais quando convertidas para reais, o ganho em maio, até o dia 19, foi de R$ 29,450 bilhões. Em abril, foi registrado ganho de R$ 5,917 bilhões. No ano, a conta é negativa em R$ 17,316 bilhões. Em 2016, a perda contábil foi de R$ 324,123 bilhões. Em 2015, com a alta do dólar, o ganho de variação cambial com as reservas tinha sido de R$ 260 bilhões.

As operações de swaps têm impacto fiscal, pois ganhos e perdas são contabilizados na conta de juros, com consequente reflexo no resultado nominal do setor público. Neste ano, com a queda no estoque de swaps, as variações deixam de ser determinantes para o comportamento dos indicadores fiscais que passam a refletir o crescimento do endividamento e o comportamento da taxa de juros e da inflação.

Dólar Hoje (16/05/2017) – Investing: O dólar hoje mantém a trajetória de baixa das últimas cinco sessões e opera abaixo de 3,10 reais nesta terça-feira, após o Banco Central voltar a atuar no mercado cambial e com o cenário externo. Às 14:49, o dólar recuava 0,5% sendo cotado a 3,0942 reais na venda, depois acumular queda de 2,81 % nas cinco sessões anteriores. Na mínima do dia, a moeda norte-americana foi a 3,0881 reais.

“O BC abre espaço para o dólar cair mais e, com isso, também o caminho para cortar mais os juros. O estrangeiro se anima e traz dinheiro para o país”, afirmou o operador da corretora Mirae Olavo Souza.

O BC vendeu integralmente a oferta de até 8 mil swaps cambiais para esta sessão, restando ainda para rolar 4,035 bilhões de dólares do vencimento de junho. Se mantiver essa oferta, o BC rolará integralmente o total.

O dólar mais barato reduz a pressão sobre a inflação e favorece o trabalho de política monetária do BC, com reduções da Selic. Com a percepção de juros menores no futuro, os investidores se antecipam e trazem recursos para aproveitar a taxa mais elevada agora. A Selic está em 11,25 por cento ao ano. O recuo da moeda norte-americana, no entanto, era contido porque atraía compradores no patamar de 3,09 reais.

“Uma justificativa para o dólar cair abaixo desse nível seria o governo aprovar a (reforma da) Previdência ainda este mês, e parece que ele está trabalhando bem e pode conseguir fazer isso”, comentou o diretor da Correparti Corretora, Jefferson Rugik.

A reforma da Previdência é considerada essencial para colocar as contas públicas em ordem. O presidente da Câmara dos Deputados, (DEM-RJ), disse que deve anunciar nesta semana a data para a votação da reforma em plenário da Casa. Já o presidente , disse na véspera que talvez seja possível votar a reforma na última semana deste mês.

O recuo do dólar hoje também está sendo influenciado pelo desempenho da moeda norte-americana no exterior, onde atingiu nova mínima de 6 meses ante uma cesta de moedas após o dado de início de construções nos Estados Unidos abaixo das expectativas.

Dólar Hoje (09/05/2017) – G1: O dólar hoje registrou leves oscilações, após se aproximar do patamar de R$ 3,20, com os investidores cautelosos diante da votação da reforma da Previdência, considerada essencial para colocar as contas públicas em ordem, destaca a Reuters.

Às 15h09, a moeda norte-americana recuava 0,23%, cotada a R$ 3,1885 na venda. Veja a cotação.
Também havia tímido movimento de realização de lucros nesta sessão, contido pelo avanço da moeda norte-americana no exterior.

“O mercado deve continuar trabalhando entre R$ 3,15 e 3,20. Tem um pouco de realização, mas não há tranquilidade”, afirmou à Reuters o diretor da mesa de câmbio da Corretora MultiMoney, Durval Correa, acrescentando que o governo do presidente ainda terá de trabalhar politicamente para garantir votos suficientes para aprovar a reforma da Previdência no Congresso Nacional.

Ontem a comissão especial da Câmara dos Deputados vota os destaques ao projeto, depois de ter aprovado seu texto-base na semana passada. Em seguida, a reforma da Previdência segue para o plenário da Casa, onde o governo precisa garantir três quintos dos votos.

No exterior, o dólar tinha alta ante uma cesta de moedas e divisas de países emergentes, como o peso chileno. A eleição de Emmanuel Macron como presidente da França no domingo deu fim às preocupações políticas imediatas, elevando os rendimentos dos títulos norte-americanos e europeus e pressionando os mercados cambiais, reforça a agência de notícias.

O Banco Central brasileiro não anunciou qualquer intervenção para o mercado de câmbio para esta sessão, por ora. Em junho, vencem US$ 4,435 bilhões em swap cambial tradicional, equivalente à venda futura de dólares.Na véspera, o dólar fechou em alta de 0,66% em relação ao real e atingiu R$ 3,1959 na venda, o maior patamar desde 19 de janeiro.

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Cotações do Dólar Hoje

Dólar Comercial: O dólar comercial é usado em transações internacionais, como por exemplo importações e exportações realizadas por empresas. O valor do dólar comercial é definido pelo mercado, não há um órgão com essa competência. Quando mais dólar há em circulação no Brasil, mais barato fica a moeda americana. Este é o valor do dólar de mercado usado para transações de comércio exterior e movimentações (entrada e saída) de recursos realizadas por empresas de exportação e(ou) importação. Quando o governo realiza movimentações financeiras no exterior, a cotação usada também remete ao Dólar Comercial.

Dólar Turismo: O dólar turismo é a cotação usada para as transações de turismo ou emissão de passagens no exterior. Esse tipo de dólar é usado, por exemplo, para compra de passagens aéreas e gastos em estabelecimentos internacionais. Os débitos no cartão de crédito em dólar também utilizam esse valor do câmbio para conversão do valor para reais. Essa é a cotação do dólar usada para emissão de passagens, transações de turismo no exterior e débitos em moeda estrangeira ocorridos no cartão de crédito. Algumas pessoas chamam o Dólar Turismo de câmbio flutuante. Nossa legislação não permite a utilização de moeda como forma de poupança. Mas como não há limite para transações com o Dólar Turismo, muitas pessoas e instituições acabam usando-o para o pagamento de serviços, mesmo no Brasil.

Dólar Paralelo: O dólar paralelo é vendido por pessoas ou empresas que não possuem autorização do Banco Central. A cotação do dólar no paralelo é mais alta, por isso, a compra nessa modalidade não é um bom negócio. Essa categoria de negociação é considerada ilícita, pois não pode ser controlada pelas autarquias que administram a economia global. É o dólar que circula fora dos meios oficiais. Como o próprio nome diz, ele normalmente é utilizado por quem quer realizar transações ilícitas ou fora da supervisão do Banco Central.

Dólar PTAX : O dólar PTAX tem seu valor calculado através da média de todas as taxas praticadas no mercado durante o dia e divulgada pelo Banco Central. As informações para o cálculo do dólar PTAX vem do SISBACEN ( Sistema de Informações do Banco Central), que liga o Banco Central aos agentes do sistema financeiros nacional

Os valores de cotações do dólar hoje são retirados diretamente do Banco Central e atualizados todos os dias. Nos finais de semana a moeda estrangeira fica com o seu valor congelado, valor do fechamento do dólar na sexta-feira.

Os valores do dólar Turismo e do Dólar Comercial são diferentes. Portanto, se você vai viajar e precisa comprar dólar na casa de câmbio, leve em consideração o valor aplicado para o Turismo. As casas de câmbio podem aplicar valores diferentes, mesmo dentro da sua cidade você pode encontrar dólar mais barato ou mais caro.

Preço do Dólar Hoje

Gráfico fornecido pela TradingView

O dólar serve como parâmetro monetário para quase todas as economias do mundo. É como se fosse uma moeda universal, afinal, em muitos lugares, mesmo onde o dólar não é a moeda oficial, a circulação acontece livremente. Isso é mais comum principalmente nos destinos turísticos.

A taxa de câmbio é o valor de custo de uma moeda em um determinado país. Podemos dizer que a taxa de câmbio é quanto vale uma moeda se formos compará-la com outra. Por exemplo, hoje, dia 10/01/2017, para comprar U$1,00 eu preciso desembolsar R$3,30.

Aqui no Brasil, o valor do dólar em relação ao o real é flutuante (câmbio flutuante). O Banco Central não define um valor específico, deixando aberto para que o próprio mercado financeiro defina a cotação da moeda de acordo com a oferta/demanda.

Conversões de Moedas em Dólar Hoje

O dólar hoje tornou-se a moeda referência no mundo na primeira metade do século XX, quando o padrão ouro, adotado até então, fracassou. Até o início da Primeira Guerra Mundial, as instituições financeiras de cada país adotavam uma taxa fixa para suas moedas em relação ao outro.

As negociações comerciais eram feitas respeitando esse preço fixo, impedindo que alguns países alterassem sua taxa de câmbio para aumentar suas exportações e reverter déficits comerciai para garantir a estabilidade da economia.

As discussões sobre o novo modelo começaram durante a Segunda Guerra Mundial, e consolidou-se a visão de que a melhor estratégia seria algo similar à adotada durante o padrão ouro, com uma taxa de câmbio fixa, baseada em uma moeda forte. A moeda seria obviamente do país que fosse considerado capaz de ser o regente da orquestra, naquela época, os Estados Unidos.

O dólar americano é a moeda emitida pelos Estados Unidos e tem sua emissão controlada pela Reserva Federal daquele país. O dólar é usado tanto em reservas internacionais como em livre circulação. O dólar hoje existe em moedas e cédulas, sendo as moedas dividas novas valores de 1, 5, 10, 25 e 50 cents e 1 dólar. As notas que circulam hoje tem os seguintes valores: 1, 2, 5, 10, 20, 50 e 100 dólares.

Além dos Estados Unidos, alguns outros países utilizam o dólar, são eles: Timor-Leste, Porto Rico, Ilhas Virgens Britânicas, Equador, El Salvador, Ilhas Marshall, Estados Federados da Micronésia, Palau, Panamá, Turcas e Caicos e Zimbábue.

Notícias do Dólar Hoje

InfoMoney : Câmbio O Maior Portal Financeiro do Brasil



 

Gráfico do Dólar Hoje

Veja abaixo o gráfico do dólar hoje e acompanhe a série Como Investir em Dólar.

grafico dolar 2017

O Que Influencia o Preço do Dólar?

O preço do dólar oscila porque é um ativo de valor e negociável. Por isto está sujeito à lei maior do mercado: “lei da oferta e da procura”. Quanto maior a quantidade de dólares ofertada no mercado, menor o preço; e quanto menor, maior o preço. Essa disponibilidade é formada pela entrada ou saída de dólares no país.

As oscilações cambiais podem ser positivas ou negativas para o país. O câmbio valorizado facilita as importações, mas dificulta as exportações, e vice versa. Uma mesma empresa pode sentir ambos os impactos. Conheça agora alguns fatores importantes que afetam o preço do dólar.

Investimentos na Bolsa

Muitos investidores da bolsa de valores brasileira são estrangeiros. São bancos e instituições financeiras do mundo todo. Se esses investidores concluem que a economia brasileira está ruim então ocorrerá uma saída de capital do mercado levando dólares consigo. Isso torna mais escassa essa moeda, desvalorizando o câmbio. O mercado de valores brasileiro pode também se tornar vantajoso, atraindo investidores estrangeiros. Nesse caso, o câmbio valoriza.

Contas do Governo

Um governo que apresenta déficit primário aumenta o risco país repelindo investidores estrangeiros que irão retirar seus dólares do país. Isso diminui a quantidade de dólares em circulação deixando a moeda mais cara. Por outro lado, um governo responsável e transparente pode atrair investidores, podendo gerar valorização cambial e criar oportunidades para importadores.

Políticas do Banco Central (BC)

O Banco Central brasileiro pode tomar medidas que valorizam ou desvalorizam o câmbio. Por exemplo, ele pode vender seus dólares para controlar uma alta abrupta no valor dessa moeda, valorizando o real frente ao dólar. É possível também que o BC compre títulos do Tesouro Nacional e diminua com isso a quantidade de moeda nacional, deixando-a mais valorizada.

Políticas do Federal Reserve (FED)

Obviamente, o banco central dos Estados Unidos da América influencia o valor do dólar. As medidas mais evidentes para isso relacionam-se com a compra ou a emissão de títulos da dívida pública. Quando emite títulos, o FED diminui os dólares disponíveis, valorizando a moeda. Ao comprar esses títulos, o FED aumenta a quantidade de dólares, diminuindo o valor da moeda.

Como Funciona a Cotação do Dólar e o Seu Valor

Ótimo vídeo do canal Universidade Financeira explicando como funciona a cotação do dólar e o seu valor no mercado…

Por que a Cotação do Dólar Oscila?

Quem acompanha o mercado financeiro, mesmo que de longe, sabe que a cotação do dólar oscila muito. Hora o dólar está caro, hora está barato. Há pouco tempo o preço do dólar chegou a mais de 4 reais e hoje está na casa dos 3,2 reais. Mas o que especificamente provoca tanta oscilação no preço do dólar?

O dólar é hoje uma referência monetária no mundo todo, muito em função da popularidade da moeda e da força econômica que os E.U.A. exercem no mercado econômico global. No final do século XVIII a Inglaterra detinha a moeda mais forte do mundo (libra esterlina). No início do século XX os E.U.A. assumiram este posto.

Desta forma, o dólar passou a ser usado como referência nas transações comerciais internacionais entre nações em todo o mundo. E como se trata de uma moeda de negociação, quanto maior a procura mais valorizada a mesma fica. O contrário ocorre se a procura pela moeda diminui.

Crises Internacionais

Em momentos de crise quando a incerteza dos investidores aumenta, as instituições financeiras privilegiam os ativos mais líquidos como o dólar e as Treasuries (títulos da dívida pública note-americana). Desta forma, a cotação do dólar tende a subir.

Câmbio Flutuante

Aqui no Brasil as fortes oscilações na cotação do dólar acontecem porque o Brasil é um país que possui câmbio flutuante, ou seja, onde a taxa de câmbio varia de acordo com o mercado e não é fixada pelo Governo.

O câmbio flutuante foi estabelecido no País em 1999, depois de décadas sob regime de câmbio fixo. O cambio flutuante foi uma das melhores coisas que aconteceram na economia brasileira. agora o dólar tem o preço definido pelo mercado, pela lei da oferta e da demanda.

Mesmo com o câmbio flutuante, o Governo pode interferir na cotação do dólar, fazendo leilões de compra e venda de dólar, com objetivo de conter fortes movimentos de alta ou de baixa. O Banco Central interfere e lança títulos no mercado futuro para conseguir levar um equilíbrio.

Reservas Cambiais

Se um país possui baixas reservas cambiais, ou seja, a quantidade de dólar e ouro acumulado nos cofres do país, passa a depender do dólar para efetuar negociações internacionais, como pagar fornecedores. Se isso acontece, há chances de ter uma valorização da moeda estrangeira.

Swaps Cambiais

O swap cambial é um derivativo que relaciona as variações na taxa de câmbio com os juros em determinado período. De forma simplificada, o Banco Central é ganhador quando o dólar cai e perdedor quando a moeda americana sobe ante o real. Os swaps não são feitos para o Banco Central ter ganhos ou perdas, mas são uma forma de oferecer proteção cambial ao mercado e de prover liquidez em momentos de instabilidade, preservando as reservas internacionais.

O Que é Dólar Ptax?

No vídeo abaixo o Pedro do canal Universidade Financeira explica o que é o Dólar PTax…

Como Investir em Dólar

Há várias maneiras de se posicionar no mercado de forma a se beneficiar com um possível aumento do preço do dólar. A forma mais simples e óbvia de investir em dólar é comprar o papel moeda em espécie. Porém, esta opção não é indicada para investimento pois incorre em taxas e despesas de casas de câmbio. Há também o perigo de guardar dinheiro debaixo do colchão. Talvez seja uma opção adequada apenas para quem tem viagem agendada para o exterior.

Uma opção muito utilizada pelos investidores é aportar em fundos cambiais. Estes fundos tem pelo menos 80% dos seus recursos diretamente relacionados a variação de preços de moedas estrangeiras. A desvantagem são as taxas de administração e performance cobradas pelos gestores. Porém, estas taxas somadas costumam ser menores do que as das casas de câmbio. Há também a cobrança de IOF para aplicações menores que 30 dias.

Uma forma que tenho utilizado é a compra de ações de empresas que possuem forte geração de receita em dólar, tais como as empresas de celulose. Este inclusive foi o assunto do primeiro post desta série (relembre aqui). Mas neste artigo iremos abordar a opção de compra dos chamados contratos futuros de dólar. Estes derivativos permitem que você aposte na cotação futura da moeda, de modo que há a possibilidade de ela se valorizar ou desvalorizar no período de duração do contrato. Uma vantagem é a tributação menor do que a dos fundos cambiais (15% sobre o lucro). Também não há incidência de IOF, você pode comprar hoje e vender amanhã pagando apenas o imposto sobre o lucro e as taxas com corretagem.

Porque Investir em Dólar

Apesar de não considerar o dólar um investimento, estou usando aqui o termo “investir” pois é o que as pessoas estão mais acostumadas. Não irei fazer neste post um embasamento dos motivos para se posicionar, porém, para quem se interessar sugiro a leitura deste excelente artigo do colega blogueiro André Azevedo: Porque é interessante ter dólar na sua carteira utilizando contratos futuros.

Contratos Futuros de Dólar

Se o mercado à vista já é pouco conhecido imagina então o mercado de derivativos. De fato, a relativa complexidade destes mercados acaba dificultando a compreensão por parte do grande público, não permitindo que muitos investidores  entendam o funcionamento e a importância dos mesmos.

No mercado de capitais, o termo Derivativo tem a ver com um contrato no qual se estabelecem pagamentos futuros. Ativos do tipo Derivativos recebem esta denominação porque seu preço de compra e venda deriva do preço de outro ativo, denominado ativo-objeto.

Derivativos são contratos que derivam a maior parte de seu valor de um ativo subjacente, taxa de referência ou índice. O ativo subjacente pode ser físico (café, ouro, etc.) ou financeiro (ações, taxas de juros, etc.), negociado no mercado à vista ou não.

Os derivativos foram criados como forma de proteger os agentes econômicos (produtores ou comerciantes) contra os riscos decorrentes de flutuações de preços, durante períodos de escassez e superprodução do produto negociado, por exemplo.

Atualmente, a ideia básica dos agentes econômicos, ao operar com derivativos, é obter um ganho financeiro nas operações de forma a compensar perdas em outras atividades econômicas. Desvalorização cambial e variações bruscas nas taxas de juros são exemplos de situações que já ocorreram na economia, nas quais os prejuízos foram reduzidos ou até se transformaram em ganhos para os agentes econômicos que protegeram os seus investimentos realizando operações com derivativos.



Os derivativos podem classificados em contratos a termo, contratos futuros, opções de compra e venda, operações de swaps, entre outros, cada qual com suas características.:

De Opção: Contratos que dão a compradores ou vendedores o direito, mas não a obrigação, de comprar ou vender o ativo relacionado, em um data futura (data do vencimento da opção), por um preço preestabelecido (o preço de exercício da opção). Tal como num contrato de seguro, o comprador deve pagar um prêmio ao vendedor. Diferentemente dos futuros, o detentor de uma opção de compra (call option) ou de venda (put option) não é obrigado a exercer o seu direito de compra ou venda. Caso não exerça seu direito, o comprador perde também o valor do prêmio pago ao vendedor.

A Termo: O comprador e o vendedor se comprometem a comprar ou vender, em data futura, certa quantidade de um bem (mercadoria ou ativo financeiro), a um preço fixado na própria data da celebração do contrato. Os contratos a termo somente são liquidados integralmente na data de vencimento, podendo ser negociados em bolsa e no mercado de balcão.

Swaps: Contratos que determinam um fluxo de pagamentos entre as partes contratantes, em diversas datas futuras. Negocia-se a troca (em inglês, swap) do índice de rentabilidade entre dois ativos. O swap, no entanto, implica um certo risco. Variações inesperadas nos indexadores das dívidas podem eventualmente prejudicar um dos signatários, prejudicando o outro. Tal como a operação a termo, a operação de swap é liquidada integralmente no vencimento.

Contratos Futuros: Estabelecem a compra e venda de um ativo a um dado preço, numa data futura. O comprador ou vendedor se compromete a comprar ou vender certa quantidade de um ativo por um preço estipulado em uma data futura. No mercado futuro, os compromissos são ajustados diariamente às expectativas do mercado referentes ao preço futuro do bem, por meio do ajuste diário (mecanismo que apura perdas e ganhos).

Fonte

Mercado Futuro

As operações no mercado futuro são semelhantes ao mercado a termo, porém, com importantes diferenças. Em primeiro lugar, as partes não estão vinculadas, ou seja, o investidor pode vender um contrato que tenha comprado antes mesmo do vencimento. Isso torna este mercado muito mais acessível e líquido.

Outra diferença em relação ao mercado a termo diz respeito ao ajuste diário do valor dos contratos, que possibilita a liquidação financeira diária de lucros e prejuízos das posições. Isso significa que se você, por exemplo, vendeu um contrato e o preço subiu, você terá que realizar um depósito para compensar esta perda.

No Brasil, o mercado futuro fica basicamente concentrado na BM&F, que oferece diversos contratos, tanto para ativos de renda fixa como renda variável. Os mais negociados são os contratos futuros de DI de 1 dia, que servem para balizar as expectativas quanto ao mercado de juros. São negociados contratos para os próximos quatro meses, além dos meses iniciais dos trimestres seguintes.

Também são bastante acompanhados os contratos futuros de dólar comercial, com vencimentos mensais até um prazo máximo de 24 meses, e os contratos futuros de índice Bovespa, com vencimento em meses pares, limitados a seis vencimentos em aberto. Vale lembrar também a importância da negociação com contratos futuros agropecuários, como boi gordo, café, milho, dentre outros.

Porque usar Derivativos

Existem diversas razões para o uso de derivativos. Por exemplo, um produtor de café pode vender contratos futuros de café para reduzir o risco de preço, ou seja, se o preço do café cair, ele perde nos seus estoques, mas ganha no mercado futuro, e vice-versa. Isso é conhecido como uma operação de proteção, ou hedge.

Além disso, o uso de derivativos permite alavancar uma posição, pois permite que o investidor use menos recursos para apostar em um determinado ativo financeiro. Assim, se um investidor disposto a tomar riscos elevados acredita que o mercado de ações irá subir, pode ser mais lucrativo investir nos contratos futuros de Ibovespa ou em opções de ações, ao invés de comprar ações no mercado à vista.

No entanto, este tipo de estratégia pode melhorar em muito a rentabilidade, porém também aumenta de forma significativa a possibilidade de perdas. Deste modo, o mercado de derivativos, em muitas situações, é recomendado somente para quem acompanha o mercado de perto e está disposto a correr riscos maiores.

Fonte

Contratos de Dólar Futuro

Contratos de dólar são contratos futuros que derivam da moeda norte-americana e tem como principal função no mercado ajudar aqueles que realizam operações atreladas a moeda para poderem se proteger das oscilações de preço e garantir margens operacionais seguras. São acordos de compra ou venda de moeda norte-americana em um prazo no futuro, por um preço previamente estabelecido.

O mercado de derivativos de dólar futuro é um dos mercados mais líquidos do mundo em volume de negociações diárias, superando em muitas vezes todo o volume do mercado à vista da Bovespa. Quem atua como importador ou exportar deve com certeza dedicar-se a entender os mecanismos de proteção deste contrato, que foi criado como ferramente de auxílio econômica.

No mercado BM&F, o operador consegue negociar contratos futuros de dólar americano com vencimento no primeiro dia útil de todos os meses do ano: Janeiro (F), Fevereiro (G), Março (H), Abril (J), Maio (K), Junho (M), Julho (N), Agosto (Q), Setembro (U), Outubro (V), Novembro (X) e Dezembro (Z).

A cotação dos contratos de dólar representa quanto U$ 1.000 está custando em R$. Então se o dólar está em 2.720,00, isso quer dizer que cada U$ 1 está custando R$ 2,72. Para o dólar, existem 2 tipos de contrato, o dólar cheio (ou grande) e o mini-dólar. A diferença entre os dois é que no dólar cheio cada contrato representa U$ 50.000, enquanto no mini dólar cada contrato representa U$ 10.000.

Dólar Cheio

No dólar cheio o lote minimo é de 5 contratos. Então a compra mínima é de 5 contratos de U$ 50.000, ou seja, U$ 250.000. Sendo assim, se você comprar 5 contratos no valor de U$ 250.000 e o dólar subir 1%, você ganhará U$ 2.500.

O código de negociação do dólar cheio é formado pelo radical DOL, acrescido da letra referente ao mês de vencimento do contrato (F, G, H, J, K, M, N, Q, U, V, X e Z) e de dois números referentes ao ano de vencimento do mesmo. O lote padrão de negociação deste derivativo é composto por 5 contratos. Este contrato futuro não prevê a entrega física da moeda, apenas sua liquidação financeira.

Mini-Dólar

No mini-dólar o lote mínimo é de 1 contrato. Nesse caso, a compra mínima é de 1 contrato de U$ 10.000. Dessa forma, se você comprar 1 contrato de U$ 10.000 e o dólar subir 1%, você ganhará U$ 100. Tanto no caso do dólar cheio quanto no mínimo, o contrato possui vencimento para todos os meses, sempre no primeiro dia útil do mês de vencimento.

O código de negociação do dólar cheio é formado pelo radical WDOL, acrescido da letra referente ao mês de vencimento do contrato (F, G, H, J, K, M, N, Q, U, V, X e Z) e de dois números referentes ao ano de vencimento do mesmo. O lote padrão de negociação deste derivativo é composto por 5 contratos. Este contrato futuro não prevê a entrega física da moeda, apenas sua liquidação financeira.



Perguntas mais Comuns

Como Negociar Dólar Futuro?

Os contratos de dólar futuro, tanto o cheio quanto o mini, podem ser negociados diretamente através do home broker da sua corretora. Para negociar o operador precisa ter depositado na conta margem da corretora um percentual do valor total dos contratos negociados. As corretoras costumam aceitar títulos púbicos, certificados de depósitos bancários (CDB) e ações de empresas como margem de garantia.

O Mercado BM&F permite a venda à descoberto de dólar futuro, ou seja, o investidor não precisa ter uma posição comprada em aberto neste contrato para vendê-lo. Diariamente, a BM&FBovespa executa o ajuste diário das posições em aberto (compradas ou vendidas) em dólar futuro, creditando e debitando valores nas contas que os participantes do mercado futuro mantém junto às corretoras.

Quais são as Operações com Dólar mais Comuns?

Alguns agentes econômicos estão expostos aos efeitos das variações cambiais em suas atividades. É o que ocorre com empresas em que uma alta ou queda brusca do dólar pode desestabilizar suas finanças. Para essas empresas, é possível reduzir esse risco por meio de estratégias de hedge, utilizando contratos futuros de taxa de câmbio.

Operadores também podem especular sobre a oscilação futura do dólar. Quem compra um contrato futuro de dólar aposta na valorização deste frente o real para lucrar com a venda ou liquidação deste contrato até sua data de vencimento. Do mesmo modo, quem vende um contrato futuro de dólar aposta na desvalorização deste frente o real para lucrar com a compra ou liquidação deste contrato até sua data de vencimento.

Como Ocorre a Liquidação do Dólar Futuro?

A liquidação do contrato futuro de dólar é exclusivamente financeira, por meio de operação inversa à posição original, na data de vencimento do contrato. A posição do investidor é automaticamente zerada no dia do vencimento: investidor que estiver comprado será vendido e vice-versa.

O dólar futuro vence no primeiro dia útil do mês de vencimento do contrato. O operador também pode liquidar sua posição antes do dia de vencimento do contrato, bastando apenas negociar o mesmo contrato assumindo uma posição oposta à posição em aberto.

O que é Ajuste Diário de Dólar Futuro?

O ajuste diário na operações com dólar futuro é um mecanismo criado para proteger o mercado e até mesmo os operadores, garantindo que sejam debitados todos os prejuízos e pagos todos os lucros referentes àquele dia. Nada mais é um que ajuste financeiro diário das posições de cada investidor que optou por permanecer posicionado. Esse valor é calculado pela BMF&Bovespa e representa a média ponderada das operações dos últimos quinze minutos de pregão. Com o ajuste, cada investidor apura seus lucros ou prejuízos diariamente.

Quais são os Custos de Negociação do Dólar Futuro?

A taxa de corretagem por contrato operado varia de acordo com a corretora e de acordo com o tipo do contrato (cheio ou mini). Já a BM&FBovespa cobra uma taxa de emolumentos pela execução da negociação e uma taxa de registro pelo registro ou pela liquidação de cada contrato futuro de dólar antes da data de vencimento. O valor destas taxas varia de acordo com o volume de contratos negociados nos últimos vinte e um pregões.

Aulas de Operação de Dólar Futuro

Seguem abaixo duas vídeo-aulas sobre operação de min-contratos de dólar futuro. A primeira mais curtinha com 20 minutos de duração e a segunda mais longa com 1 hora de duração.

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