Últimas notícias do dólar hoje, preço do dólar atual, cotação dolar hoje, cotações do dólar atualizadas, quando comprar dólar, gráfico do dólar em tempo real, dólar turismo hoje, dólar cotação, preco do dolar hoje, valor do dolar hoje, cotacao do dolar hoje, e muito mais…

Veja também…

> Mercado Financeiro
> Indicadores Financeiros
> BitCoin Hoje
> Petróleo Hoje
> Minério de Ferro Hoje
> Aço Hoje

 

Dólar Comercial para real

US$= R$
hoje 22/07/2017

Dólar turismo para real

US$= R$
hoje 22/07/2017

Dólar Australiano Comercial para real

A$= R$

Dólar Canadense comercial para real

C$= R$
hoje 22/07/2017

 

Dólar Hoje (12/07/2017) – G1: O dólar hoje ampliou a queda em relação ao real e fechou em baixa, após a notícia sobre a condenação do ex-presidente e Luiz Inácio Lula da Silva. Antes, a moeda já operava em queda, em meio ao otimismo com a aprovação da reforma trabalhista no Senado, na véspera, e de olho em pistas sobre o rumo dos juros nos Estados Unidos. Na semana e no mês, o dólar acumula queda de 2,2% e 3,18% sobre o real, respectivamente. No ano, há baixa de 1,3%.

O juiz Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância, condenou o ex-presidente Lula em uma ação penal que envolve o caso da compra e reforma de um apartamento triplex em Guarujá, no litoral de São Paulo. Ele foi condenado a nove anos e seis meses.

O diretor de investimentos da Gradual Investimentos, Pedro Coelho Afonso, disse que o mercado reagiu à notícia já mirando as eleições de 2018, ainda de olho na possibilidade de aprovação da reforma da Previdência. “Agora, aparentemente, o Lula é carta fora do baralho”, disse em entrevista ao G1.

Afonso comentou ainda que, mais cedo, em meio aos desdobramentos da denúncia contra o presidente Michel Temer, os mercados não reagiram com tanta força. “O Temer acaba parecendo uma escolha do mercado financeiro, mas, na atual conjuntura, devido a toda essa turbulência, ele seria o ‘menos pior’, pelo menos para terminar esse governo até a próxima eleição”.

“Imaginando uma possível candidatura, a volta do presidente mudaria a equipe econômica que hoje é totalmente pró-mercado”, acrescenta Fernando Bergallo, Diretor de câmbio da FB Capital.

A professora da economia da Fecap, Juliana Inhasz, afirma que a condenação de Lula sinaliza ao mercado que a Lava Jato tem efeitos reais, retirando as dúvidas de que o juiz Sérgio Moro fosse mesmo capaz de condenar uma grande figura política. “O mercado financeiro colocou na ponta do lápis e viu com otimismo o fato de que a corrupção está sendo levada a sério”, diz.

Contudo, a decisão de Moro acrescenta mais incertezas ao cenário político e econômico, na visão da professora, uma vez isso aumenta as chances de que outras figuras políticas atualmente no poder também sejam condenadas, entre elas o presidente Michel Temer.

O mercado abriu os negócios desta quarta repercutindo a aprovação da reforma trabalhista no Senado na noite anterior. Após sessão tumultuada que durou mais de 11 horas, os senadores aprovaram o texto-base da reforma trabalhista por 50 votos a 26 e, em seguida, analisou três destaques (sugestões de alteração à proposta original). Todos foram rejeitados.

“O placar de aprovação da trabalhista foi folgado e, embora seja um termômetro pequeno para a aprovação de outras reformas, ajudou no tom positivo”, afirmou à Reuters o operador da Advanced Corretora, Alessandro Faganello, para quem o dólar vem procurando se acomodar num piso mais baixo do que os R$ 3,30 das últimas semanas.

Da cena externa, ajudava na queda do dólar nesta sessão o discurso da chefe do banco central dos Estados Unidos, o Federal Reserve (Fed). Janet Yellen afirmou que não será preciso elevar tanto os juros no país. Em seu discurso semestral no Congresso, explicou que os riscos para a economia americana estão equilibrados, mas que “as possíveis mudanças” previstas pela política econômica de Donald Trump representam “uma fonte de incerteza”.

O mercado segue atento a pistas sobre os rumos dos juros no Estados Unidos porque, com taxas mais altas, o país atrairia recursos aplicados atualmente em outros mercados, o que motivaria uma tendência de alta do dólar em relação a moedas como o real.

dolar hoje

Dólar Hoje (05/06/2017) – The Economist: Frequentemente o mercado espuma e borbulha, mas o boom em bitcoins é extraordinário. Embora o preço do bitcoin tenha caído de um máximo histórico de US $ 2.420 em 24 de maio, ele mais do que duplicou em apenas dois meses. O inteligente ou afortunado que comprou US $ 1.000 de bitcoins em julho de 2010, quando o preço era de $ 0.05, agora teria um estoque no valor de US $ 46 milhões. Outras cryptomoedas também aumentaram muito, dando-lhes um valor de mercado coletivo de cerca de US $ 80 bilhões.

Ascensões tão íngremes raramente são sustentáveis. Na maioria das vezes, a palavra “bitcoin” agora vem anexada à palavra “bolha”. Mas a questão do aumento do preço é importante. Isso é apenas uma mania especulativa, ou é prova de que o bitcoin está assumindo um papel mais substancial como meio de troca ou de valor? Dito de outra forma, o bitcoin é como uma tulipa, ouro ou dólar – ou é algo diferente?

Comece com o caso de que isso não é mais do que uma tulipmania virtual, uma histeria especulativa em que um preço crescente incentiva cada vez mais compradores, não importa qual seja o ativo. A recente trajetória de bitcoin certamente parece maníaca. Os investidores varejistas foram empilhados. Muitos já familiarizados com o investimento em bitcoin passaram a apostar em alternativas, como Ethereum, e “ofertas iniciais de moedas” (ICOs), nas quais as empresas emitem tokens digitais.

Parece um paraíso de golpes, no entanto, ao contrário das tulipas, os bitcoins têm usos reais. Eles agora compram tudo, desde pizzas até computadores. Então, se uma tulipa não é o análogo certo, que tal o ouro? Os bitcoins certamente parecem suportar mais do que uma semelhança passageira. Goldbugs desconfiam dos governos e suas tendências de impressão de dinheiro; Assim também fazer bitcoinesseurs: nenhum banco central é responsável pelo bitcoin. Mas uma loja de valor não deve rebater tanto quanto isso: bitcoin passou de mais de US $ 1.100 no final de 2013 para menos de US $ 200 um ano depois, antes de subir, em jejum, às suas atuais alturas vertiginosas.

Em vez de ser apenas uma forma de ouro digital, bitcoin aspira a objetivos mais elevados: ser um meio de troca como o euro, o iene ou o dólar. Os reguladores estão começando a tomar bitcoin a sério. Alguns dos aumentos de preços podem ser explicados pela decisão do Japão de tratar bitcoin mais como qualquer outra moeda. No entanto, o sistema bitcoin está operando em seus limites e seus desenvolvedores não podem concordar sobre como aumentar o número de trocas que o sistema pode manipular. Como resultado, uma transação agora custa quase $ 4 em taxas em média e leva muitas horas tediosas para confirmar. Por conveniência, uma nota de dólar cai com as mãos para baixo.

 

Aplicativo Dólar Hoje

Teste o Aplicativo Dólar Hoje para Android, aceitamos também sugestões para implementações de novas funções.

dolar hoje app

Cotações do Dólar Hoje

Dólar Comercial: O dólar comercial é usado em transações internacionais, como por exemplo importações e exportações realizadas por empresas. Aqui no Brasil o valor do dólar comercial é definido pelo mercado, ou seja, não há um órgão com a competência de definir o preço do dólar hoje. Quando mais dólar há em circulação no Brasil, mais barato fica a moeda americana. Este é o valor do dólar de mercado usado para transações de comércio exterior e movimentações (entrada e saída) de recursos realizadas por empresas de exportação e(ou) importação.

Dólar Turismo: O dólar turismo é a cotação usada para as transações de turismo ou emissão de passagens no exterior. Esse tipo de dólar é usado, por exemplo, para compra de passagens aéreas e gastos em estabelecimentos internacionais. Os débitos no cartão de crédito em dólar também utilizam esse valor do câmbio para conversão do valor para reais. Essa é a cotação do dólar usada para emissão de passagens, transações de turismo no exterior e débitos em moeda estrangeira ocorridos no cartão de crédito.

Dólar Paralelo: O dólar paralelo é vendido por pessoas ou empresas que não possuem autorização do Banco Central. A cotação do dólar no paralelo é mais alta, por isso, a compra nessa modalidade não é um bom negócio. Essa categoria de negociação é considerada ilícita, pois não pode ser controlada pelas autarquias que administram a economia global. É o dólar que circula fora dos meios oficiais. Como o próprio nome diz, ele normalmente é utilizado por quem quer realizar transações ilícitas ou fora da supervisão do Banco Central.

Dólar PTAX : O dólar PTAX tem seu valor calculado através da média de todas as taxas praticadas no mercado durante o dia e divulgada pelo Banco Central. As informações para o cálculo do dólar PTAX vem do SISBACEN ( Sistema de Informações do Banco Central), que liga o Banco Central aos agentes do sistema financeiros nacional

 

Preço do Dólar Hoje

Gráfico fornecido pela TradingView

O dólar serve como parâmetro monetário para quase todas as economias do mundo. É como se fosse uma moeda universal, afinal, em muitos lugares, mesmo onde o dólar não é a moeda oficial, a circulação acontece livremente. Isso é mais comum principalmente nos destinos turísticos.

A taxa de câmbio é o valor de custo de uma moeda em um determinado país. Podemos dizer que a taxa de câmbio é quanto vale uma moeda se formos compará-la com outra. Por exemplo, hoje, dia 10/01/2017, para comprar U$1,00 eu preciso desembolsar R$3,30.

Aqui no Brasil, o valor do dólar em relação ao o real é flutuante (câmbio flutuante). O Banco Central não define um valor específico, deixando aberto para que o próprio mercado financeiro defina a cotação da moeda de acordo com a oferta/demanda.

Conversões de Moedas em Dólar Hoje

O dólar hoje tornou-se a moeda referência no mundo na primeira metade do século XX, quando o padrão ouro, adotado até então, fracassou. Até o início da Primeira Guerra Mundial, as instituições financeiras de cada país adotavam uma taxa fixa para suas moedas em relação ao outro.

As negociações comerciais eram feitas respeitando esse preço fixo, impedindo que alguns países alterassem sua taxa de câmbio para aumentar suas exportações e reverter déficits comerciai para garantir a estabilidade da economia.

As discussões sobre o novo modelo começaram durante a Segunda Guerra Mundial, e consolidou-se a visão de que a melhor estratégia seria algo similar à adotada durante o padrão ouro, com uma taxa de câmbio fixa, baseada em uma moeda forte. A moeda seria obviamente do país que fosse considerado capaz de ser o regente da orquestra, naquela época, os Estados Unidos.

O dólar americano é a moeda emitida pelos Estados Unidos e tem sua emissão controlada pelo Banco Central daquele país. O dólar é usado tanto em reservas internacionais como em livre circulação. O dólar hoje existe em moedas e cédulas, sendo as moedas dividas novas valores de 1, 5, 10, 25 e 50 cents e 1 dólar. As notas que circulam hoje tem os seguintes valores: 1, 2, 5, 10, 20, 50 e 100 dólares.

Além dos Estados Unidos, alguns outros países utilizam o dólar, são eles: Timor-Leste, Porto Rico, Ilhas Virgens Britânicas, Equador, El Salvador, Ilhas Marshall, Estados Federados da Micronésia, Palau, Panamá, Turcas e Caicos e Zimbábue.

Notícias do Dólar Hoje

InfoMoney : Câmbio O Maior Portal Financeiro do Brasil



 

Gráfico do Dólar Hoje

Veja abaixo o gráfico do dólar hoje e acompanhe a série Como Investir em Dólar.

dola hoje grafico

O Que Influencia o Preço do Dólar?

O preço do dólar oscila porque é um ativo de valor e negociável. Por isto está sujeito à lei maior do mercado: “lei da oferta e da procura”. Quanto maior a quantidade de dólares ofertada no mercado, menor o preço; e quanto menor, maior o preço. Essa disponibilidade é formada pela entrada ou saída de dólares no país.

As oscilações cambiais podem ser positivas ou negativas para o país. O câmbio valorizado facilita as importações, mas dificulta as exportações, e vice versa. Uma mesma empresa pode sentir ambos os impactos. Conheça agora alguns fatores importantes que afetam o preço do dólar.

Investimentos na Bolsa

Muitos investidores da bolsa de valores brasileira são estrangeiros. São bancos e instituições financeiras do mundo todo. Se esses investidores concluem que a economia brasileira está ruim então ocorrerá uma saída de capital do mercado levando dólares consigo. Isso torna mais escassa essa moeda, desvalorizando o câmbio. O mercado de valores brasileiro pode também se tornar vantajoso, atraindo investidores estrangeiros. Nesse caso, o câmbio valoriza.

Contas do Governo

Um governo que apresenta déficit primário aumenta o risco país repelindo investidores estrangeiros que irão retirar seus dólares do país. Isso diminui a quantidade de dólares em circulação deixando a moeda mais cara. Por outro lado, um governo responsável e transparente pode atrair investidores, podendo gerar valorização cambial e criar oportunidades para importadores.

Políticas do Banco Central (BC)

O Banco Central brasileiro pode tomar medidas que valorizam ou desvalorizam o câmbio. Por exemplo, ele pode vender seus dólares para controlar uma alta abrupta no valor dessa moeda, valorizando o real frente ao dólar. É possível também que o BC compre títulos do Tesouro Nacional e diminua com isso a quantidade de moeda nacional, deixando-a mais valorizada.

Políticas do Federal Reserve (FED)

Obviamente, o banco central dos Estados Unidos da América influencia o valor do dólar. As medidas mais evidentes para isso relacionam-se com a compra ou a emissão de títulos da dívida pública. Quando emite títulos, o FED diminui os dólares disponíveis, valorizando a moeda. Ao comprar esses títulos, o FED aumenta a quantidade de dólares, diminuindo o valor da moeda.

Como Funciona a Cotação do Dólar e o Seu Valor

Ótimo vídeo do canal Universidade Financeira explicando como funciona a cotação do dólar e o seu valor no mercado…

Por que a Cotação do Dólar Oscila?

Quem acompanha o mercado financeiro, mesmo que de longe, sabe que a cotação do dólar oscila muito. Hora o dólar está caro, hora está barato. Há pouco tempo o preço do dólar chegou a mais de 4 reais e hoje está na casa dos 3,2 reais. Mas o que especificamente provoca tanta oscilação no preço do dólar?

O dólar é hoje uma referência monetária no mundo todo, muito em função da popularidade da moeda e da força econômica que os E.U.A. exercem no mercado econômico global. No final do século XVIII a Inglaterra detinha a moeda mais forte do mundo (libra esterlina). No início do século XX os E.U.A. assumiram este posto.

Desta forma, o dólar passou a ser usado como referência nas transações comerciais internacionais entre nações em todo o mundo. E como se trata de uma moeda de negociação, quanto maior a procura mais valorizada a mesma fica. O contrário ocorre se a procura pela moeda diminui.

Crises Internacionais

Em momentos de crise quando a incerteza dos investidores aumenta, as instituições financeiras privilegiam os ativos mais líquidos como o dólar e as Treasuries (títulos da dívida pública note-americana). Desta forma, a cotação do dólar tende a subir.

Câmbio Flutuante

Aqui no Brasil as fortes oscilações na cotação do dólar acontecem porque o Brasil é um país que possui câmbio flutuante, ou seja, onde a taxa de câmbio varia de acordo com o mercado e não é fixada pelo Governo.

O câmbio flutuante foi estabelecido no País em 1999, depois de décadas sob regime de câmbio fixo. O cambio flutuante foi uma das melhores coisas que aconteceram na economia brasileira. agora o dólar tem o preço definido pelo mercado, pela lei da oferta e da demanda.

Mesmo com o câmbio flutuante, o Governo pode interferir na cotação do dólar, fazendo leilões de compra e venda de dólar, com objetivo de conter fortes movimentos de alta ou de baixa. O Banco Central interfere e lança títulos no mercado futuro para conseguir levar um equilíbrio.

Reservas Cambiais

Se um país possui baixas reservas cambiais, ou seja, a quantidade de dólar e ouro acumulado nos cofres do país, passa a depender do dólar para efetuar negociações internacionais, como pagar fornecedores. Se isso acontece, há chances de ter uma valorização da moeda estrangeira.

O Que é Dólar Ptax?

No vídeo abaixo o Pedro do canal Universidade Financeira explica o que é o Dólar PTax…

Como Investir em Dólar

Há várias maneiras de se posicionar no mercado de forma a se beneficiar com um possível aumento do preço do dólar. A forma mais simples e óbvia de investir em dólar é comprar o papel moeda em espécie. Porém, esta opção não é indicada para investimento pois incorre em taxas e despesas de casas de câmbio. Há também o perigo de guardar dinheiro debaixo do colchão. Talvez seja uma opção adequada apenas para quem tem viagem agendada para o exterior.

Uma opção muito utilizada pelos investidores é aportar em fundos cambiais. Estes fundos tem pelo menos 80% dos seus recursos diretamente relacionados a variação de preços de moedas estrangeiras. A desvantagem são as taxas de administração e performance cobradas pelos gestores. Porém, estas taxas somadas costumam ser menores do que as das casas de câmbio. Há também a cobrança de IOF para aplicações menores que 30 dias.

Neste artigo iremos abordar a opção de compra dos chamados contratos futuros de dólar. Estes derivativos permitem que você aposte na cotação futura da moeda, de modo que há a possibilidade de ela se valorizar ou desvalorizar no período de duração do contrato. Uma vantagem é a tributação menor do que a dos fundos cambiais (15% sobre o lucro). Também não há incidência de IOF, você pode comprar hoje e vender amanhã pagando apenas o imposto sobre o lucro e as taxas com corretagem.

Contratos Futuros de Dólar

Se o mercado à vista já é pouco conhecido imagina então o mercado de derivativos. De fato, a relativa complexidade destes mercados acaba dificultando a compreensão por parte do grande público, não permitindo que muitos investidores  entendam o funcionamento e a importância dos mesmos.

No mercado de capitais, o termo Derivativo tem a ver com um contrato no qual se estabelecem pagamentos futuros. Ativos do tipo Derivativos recebem esta denominação porque seu preço de compra e venda deriva do preço de outro ativo, denominado ativo-objeto.

Derivativos são contratos que derivam a maior parte de seu valor de um ativo subjacente, taxa de referência ou índice. O ativo subjacente pode ser físico (café, ouro, etc.) ou financeiro (ações, taxas de juros, etc.), negociado no mercado à vista ou não.

Os derivativos foram criados como forma de proteger os agentes econômicos (produtores ou comerciantes) contra os riscos decorrentes de flutuações de preços, durante períodos de escassez e superprodução do produto negociado, por exemplo.

Atualmente, a ideia básica dos agentes econômicos, ao operar com derivativos, é obter um ganho financeiro nas operações de forma a compensar perdas em outras atividades econômicas. Desvalorização cambial e variações bruscas nas taxas de juros são exemplos de situações que já ocorreram na economia, nas quais os prejuízos foram reduzidos ou até se transformaram em ganhos para os agentes econômicos que protegeram os seus investimentos realizando operações com derivativos.



Os derivativos podem classificados em contratos a termo, contratos futuros, opções de compra e venda, operações de swaps, entre outros, cada qual com suas características.:

De Opção: Contratos que dão a compradores ou vendedores o direito, mas não a obrigação, de comprar ou vender o ativo relacionado, em um data futura (data do vencimento da opção), por um preço preestabelecido (o preço de exercício da opção). Tal como num contrato de seguro, o comprador deve pagar um prêmio ao vendedor. Diferentemente dos futuros, o detentor de uma opção de compra (call option) ou de venda (put option) não é obrigado a exercer o seu direito de compra ou venda. Caso não exerça seu direito, o comprador perde também o valor do prêmio pago ao vendedor.

A Termo: O comprador e o vendedor se comprometem a comprar ou vender, em data futura, certa quantidade de um bem (mercadoria ou ativo financeiro), a um preço fixado na própria data da celebração do contrato. Os contratos a termo somente são liquidados integralmente na data de vencimento, podendo ser negociados em bolsa e no mercado de balcão.

Swaps: Contratos que determinam um fluxo de pagamentos entre as partes contratantes, em diversas datas futuras. Negocia-se a troca (em inglês, swap) do índice de rentabilidade entre dois ativos. O swap, no entanto, implica um certo risco. Variações inesperadas nos indexadores das dívidas podem eventualmente prejudicar um dos signatários, prejudicando o outro. Tal como a operação a termo, a operação de swap é liquidada integralmente no vencimento.

Contratos Futuros: Estabelecem a compra e venda de um ativo a um dado preço, numa data futura. O comprador ou vendedor se compromete a comprar ou vender certa quantidade de um ativo por um preço estipulado em uma data futura. No mercado futuro, os compromissos são ajustados diariamente às expectativas do mercado referentes ao preço futuro do bem, por meio do ajuste diário (mecanismo que apura perdas e ganhos).

Fonte

Mercado Futuro

As operações no mercado futuro são semelhantes ao mercado a termo, porém, com importantes diferenças. Em primeiro lugar, as partes não estão vinculadas, ou seja, o investidor pode vender um contrato que tenha comprado antes mesmo do vencimento. Isso torna este mercado muito mais acessível e líquido.

Outra diferença em relação ao mercado a termo diz respeito ao ajuste diário do valor dos contratos, que possibilita a liquidação financeira diária de lucros e prejuízos das posições. Isso significa que se você, por exemplo, vendeu um contrato e o preço subiu, você terá que realizar um depósito para compensar esta perda.

No Brasil, o mercado futuro fica basicamente concentrado na BM&F, que oferece diversos contratos, tanto para ativos de renda fixa como renda variável. Os mais negociados são os contratos futuros de DI de 1 dia, que servem para balizar as expectativas quanto ao mercado de juros. São negociados contratos para os próximos quatro meses, além dos meses iniciais dos trimestres seguintes.

Também são bastante acompanhados os contratos futuros de dólar comercial, com vencimentos mensais até um prazo máximo de 24 meses, e os contratos futuros de índice Bovespa, com vencimento em meses pares, limitados a seis vencimentos em aberto. Vale lembrar também a importância da negociação com contratos futuros agropecuários, como boi gordo, café, milho, dentre outros.

Porque usar Derivativos

Existem diversas razões para o uso de derivativos. Por exemplo, um produtor de café pode vender contratos futuros de café para reduzir o risco de preço, ou seja, se o preço do café cair, ele perde nos seus estoques, mas ganha no mercado futuro, e vice-versa. Isso é conhecido como uma operação de proteção, ou hedge.

Além disso, o uso de derivativos permite alavancar uma posição, pois permite que o investidor use menos recursos para apostar em um determinado ativo financeiro. Assim, se um investidor disposto a tomar riscos elevados acredita que o mercado de ações irá subir, pode ser mais lucrativo investir nos contratos futuros de Ibovespa ou em opções de ações, ao invés de comprar ações no mercado à vista.

No entanto, este tipo de estratégia pode melhorar em muito a rentabilidade, porém também aumenta de forma significativa a possibilidade de perdas. Deste modo, o mercado de derivativos, em muitas situações, é recomendado somente para quem acompanha o mercado de perto e está disposto a correr riscos maiores.

Fonte

Contratos de Dólar Futuro

Contratos de dólar são contratos futuros que derivam da moeda norte-americana e tem como principal função no mercado ajudar aqueles que realizam operações atreladas a moeda para poderem se proteger das oscilações de preço e garantir margens operacionais seguras. São acordos de compra ou venda de moeda norte-americana em um prazo no futuro, por um preço previamente estabelecido.

O mercado de derivativos de dólar futuro é um dos mercados mais líquidos do mundo em volume de negociações diárias, superando em muitas vezes todo o volume do mercado à vista da Bovespa. Quem atua como importador ou exportar deve com certeza dedicar-se a entender os mecanismos de proteção deste contrato, que foi criado como ferramente de auxílio econômica.

No mercado BM&F, o operador consegue negociar contratos futuros de dólar americano com vencimento no primeiro dia útil de todos os meses do ano: Janeiro (F), Fevereiro (G), Março (H), Abril (J), Maio (K), Junho (M), Julho (N), Agosto (Q), Setembro (U), Outubro (V), Novembro (X) e Dezembro (Z).

A cotação dos contratos de dólar representa quanto U$ 1.000 está custando em R$. Então se o dólar está em 2.720,00, isso quer dizer que cada U$ 1 está custando R$ 2,72. Para o dólar, existem 2 tipos de contrato, o dólar cheio (ou grande) e o mini-dólar. A diferença entre os dois é que no dólar cheio cada contrato representa U$ 50.000, enquanto no mini dólar cada contrato representa U$ 10.000.

Dólar Cheio

No dólar cheio o lote minimo é de 5 contratos. Então a compra mínima é de 5 contratos de U$ 50.000, ou seja, U$ 250.000. Sendo assim, se você comprar 5 contratos no valor de U$ 250.000 e o dólar subir 1%, você ganhará U$ 2.500.

O código de negociação do dólar cheio é formado pelo radical DOL, acrescido da letra referente ao mês de vencimento do contrato (F, G, H, J, K, M, N, Q, U, V, X e Z) e de dois números referentes ao ano de vencimento do mesmo. O lote padrão de negociação deste derivativo é composto por 5 contratos. Este contrato futuro não prevê a entrega física da moeda, apenas sua liquidação financeira.

Mini-Dólar

No mini-dólar o lote mínimo é de 1 contrato. Nesse caso, a compra mínima é de 1 contrato de U$ 10.000. Dessa forma, se você comprar 1 contrato de U$ 10.000 e o dólar subir 1%, você ganhará U$ 100. Tanto no caso do dólar cheio quanto no mínimo, o contrato possui vencimento para todos os meses, sempre no primeiro dia útil do mês de vencimento.

O código de negociação do dólar cheio é formado pelo radical WDOL, acrescido da letra referente ao mês de vencimento do contrato (F, G, H, J, K, M, N, Q, U, V, X e Z) e de dois números referentes ao ano de vencimento do mesmo. O lote padrão de negociação deste derivativo é composto por 5 contratos. Este contrato futuro não prevê a entrega física da moeda, apenas sua liquidação financeira.



Perguntas mais Comuns

Como Negociar Dólar Futuro?

Os contratos de dólar futuro, tanto o cheio quanto o mini, podem ser negociados diretamente através do home broker da sua corretora. Para negociar o operador precisa ter depositado na conta margem da corretora um percentual do valor total dos contratos negociados. As corretoras costumam aceitar títulos púbicos, certificados de depósitos bancários (CDB) e ações de empresas como margem de garantia.

O Mercado BM&F permite a venda à descoberto de dólar futuro, ou seja, o investidor não precisa ter uma posição comprada em aberto neste contrato para vendê-lo. Diariamente, a BM&FBovespa executa o ajuste diário das posições em aberto (compradas ou vendidas) em dólar futuro, creditando e debitando valores nas contas que os participantes do mercado futuro mantém junto às corretoras.

Quais são as Operações com Dólar mais Comuns?

Alguns agentes econômicos estão expostos aos efeitos das variações cambiais em suas atividades. É o que ocorre com empresas em que uma alta ou queda brusca do dólar pode desestabilizar suas finanças. Para essas empresas, é possível reduzir esse risco por meio de estratégias de hedge, utilizando contratos futuros de taxa de câmbio.

Operadores também podem especular sobre a oscilação futura do dólar. Quem compra um contrato futuro de dólar aposta na valorização deste frente o real para lucrar com a venda ou liquidação deste contrato até sua data de vencimento. Do mesmo modo, quem vende um contrato futuro de dólar aposta na desvalorização deste frente o real para lucrar com a compra ou liquidação deste contrato até sua data de vencimento.

Como Ocorre a Liquidação do Dólar Futuro?

A liquidação do contrato futuro de dólar é exclusivamente financeira, por meio de operação inversa à posição original, na data de vencimento do contrato. A posição do investidor é automaticamente zerada no dia do vencimento: investidor que estiver comprado será vendido e vice-versa.

O dólar futuro vence no primeiro dia útil do mês de vencimento do contrato. O operador também pode liquidar sua posição antes do dia de vencimento do contrato, bastando apenas negociar o mesmo contrato assumindo uma posição oposta à posição em aberto.

O que é Ajuste Diário de Dólar Futuro?

O ajuste diário na operações com dólar futuro é um mecanismo criado para proteger o mercado e até mesmo os operadores, garantindo que sejam debitados todos os prejuízos e pagos todos os lucros referentes àquele dia. Nada mais é um que ajuste financeiro diário das posições de cada investidor que optou por permanecer posicionado. Esse valor é calculado pela BMF&Bovespa e representa a média ponderada das operações dos últimos quinze minutos de pregão. Com o ajuste, cada investidor apura seus lucros ou prejuízos diariamente.

Quais são os Custos de Negociação do Dólar Futuro?

A taxa de corretagem por contrato operado varia de acordo com a corretora e de acordo com o tipo do contrato (cheio ou mini). Já a BM&FBovespa cobra uma taxa de emolumentos pela execução da negociação e uma taxa de registro pelo registro ou pela liquidação de cada contrato futuro de dólar antes da data de vencimento. O valor destas taxas varia de acordo com o volume de contratos negociados nos últimos vinte e um pregões.

Seguem abaixo duas vídeo-aulas sobre operação de min-contratos de dólar futuro. A primeira mais curtinha com 20 minutos de duração e a segunda mais longa com 1 hora de duração.

O Dia Que o Dólar Caiu 50%

Ninguém imagina quedas tão grandes. Na Bolsa, por exemplo, se há uma de 10%, já é acionado o Circuit Breaker. Mas e quando o dólar cai 50%? Para explicar esse fenômeno, temos que viajar no passado, lá para 1990, onde, por conta das eleições e toda a instabilidade, muitas pessoas compraram dólar.

Numa sexta feira, Zélia Cardoso de Melo anuncia o plano Collor, e, com grande parte do dinheiro confiscado, o povo se viu numa única situação possível: vender seus dólares para ter dinheiro para comer.

O problema é que havia muitos vendedores e nenhum comprador. O resultado, então, se tornou inevitável. Vimos uma queda GIGANTE do preço do dólar. Então, além de ter que sobreviver por 18 meses com o dinheiro confiscado, todo mundo, para vender seus dólares, era obrigada a realizar um prejuízo de 50%.

suno research recomendação

One thought on “Dólar Hoje

  1. Pingback: Como Comprar Dólar Barato? Onde Comprar Dólar Barato?

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.