Melhores Investimentos em Renda Fixa

Com as constantes quedas da taxa básica de juros da economia – a Selic – quem procura um investimento substituto para a caderneta de poupança acaba ficando com um pé atrás ao se deparar com outras modalidades de renda fixa, como o Tesouro Selic ou um CDB indexado a taxa DI com liquidez diária. A insegurança vem por falta de conhecimento. A caderneta de poupança todo mundo conhece, mas os títulos de renda fixa mais rentáveis não são de conhecimento de todos. Neste artigo vamos mostrar as características de cada um desses investimentos. Além disto, vamos conhecer algumas recomendações de investimentos em renda fixa para 2018 de algumas analistas.

Analistas mais conservadores estão defendendo que em 2018, apesar de a taxa básica de juros estar em sua mínima histórica, a renda fixa continua sendo a melhor opção para quem quer investir com segurança e ainda assim obter uma boa rentabilidade. É o que defende William Eid, professor da FGV. Segundo ele, o cenário deverá ser bastante conturbado em função das Eleições 2018, e o risco será grande para quem se posicionar na bolsa de valores, seja comprando ações ou aplicando em fundos multimercado. “Não sabemos o que vai acontecer. A eleição pode ser uma das mais tumultuadas da história”, diz. “Num ambiente de incerteza, as ações e os fundos multimercado não devem funcionar. Portanto, sobra a renda fixa”.

Para quem não está familiarizado com investimentos de renda fixa além da poupança, é bom dizer que o mercado financeiro oferece diversas opções de investimento em títulos de renda fixa. São títulos que pagam, em períodos definidos, uma remuneração pelo empréstimo do dinheiro feito por parte do investidor à um banco ou instituição. É bem simples de entender, por exemplo: se você investir 10 mil reais a uma taxa de 1% ao mês, você terá 10,1 mil reais ao final de um mês – isso é a soma do valor investido mais os juros (remuneração). Os juros nada mais são do que o prêmio que o tomador de crédito paga ao investidor (neste caso quem está cedendo o crédito) por ele estar abrindo mão daquele capital por um período de tempo.

Basicamente existem dois tipos de títulos de renda fixa: pós-fixado e prefixado. Prefixados são aqueles que a remuneração já é conhecida mo início da aplicação. Exemplo: um CDB (Certificado de Depósito Bancário) de 360 dias que rende 18% vai te pagar os 18% no final da aplicação. Já os pós-fixados funcionam conforme a variação do rendimento, que só é sabida ao final da aplicação financeira. Normalmente, esses títulos pagam um rendimento fixo mais um índice, que é uma taxa de juros variável, como a Selic. Quanto aos investimentos em si, existem vários: alguns são oferecidos por bancos (CDBs, LCIs, LCAs) e outros são públicos (Tesouro Direto).

melhores investimentos em renda fixa para 2018

Caderneta de Poupança

A caderneta de poupança é o investimento mais conhecido e utilizado do Brasil. A facilidade de aplicação e resgate, o baixo risco oferecido e a isenção do pagamento do imposto de renda foram os principais responsáveis por toda essa fama. Assim como inúmeros investimentos de renda fixa, a poupança também está assegurada pelo Fundo Garantidor de Créditos até certo limite por CPF (veja aqui como funcionará em 2018).

Como nem tudo são flores, a alta liquidez atrelada ao baixo risco traz à tona o fator determinante de toda discussão: a rentabilidade. Desde sua criação, a caderneta de poupança tinha por regra a remuneração de 6% ao ano. Em 2012, quando o Brasil teve pela primeira vez uma taxa básica de juros abaixo de 8%, por questões de equilíbrio no mercado, o governo alterou a regra de remuneração. Desde lá, sempre que a taxa Selic estiver igual ou inferior a 8,50% ao ano, a poupança passa a render 70% daquilo que a Selic estiver valendo. Hoje, com a Selic em 7% ao ano, a poupança não rende mais que 4,90%.

Lembrando que se uma aplicação foi feita no dia 5, o rendimento se dará no dia 5 do próximo mês. Essa data é conhecida como aniversário por ter sido o dia que essa aplicação nasceu, e automaticamente se torna o dia que você será remunerado. Se antes da data de aniversário houver qualquer tipo de resgate, seja ele parcial ou total, o rendimento será sobre o menor saldo de todo o período. Dessa forma, em caso de resgate total o rendimento será zero, muito diferente do que acontece nos investimentos que vamos explicar nos próximos tópicos.

Considerando a rentabilidade divulgada pelo Banco Central, vamos supor que você tenha aplicado na poupança no dia 01/07/2016, e feito resgates antes da data de aniversário em setembro/2016, dezembro/2016 e março/2017 (Cenário 1). Por conta disso, sua rentabilidade em 01/07/2017 sofreu um impacto negativo de 27% em comparação com uma aplicação em que o resgate foi realizado no dia do aniversário (Cenário 2). A rentabilidade que no Cenário 2 foi de 7,82% ao ano baixou para 5,69% ao ano no Cenário 1, ficando muito abaixo da rentabilidade de qualquer outro investimento de renda fixa, mesmo considerando os impostos. O gráfico a seguir ilustra bem tudo isso.

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Tesouro Selic

O Tesouro Selic é um dos títulos pós-fixados disponíveis para compra no programa do Tesouro Direto, que possibilitou o acesso de pessoas físicas a títulos públicos federais, sendo toda a negociação feita pela internet. Por ser um título pós-fixado, o investidor não sabe o valor final do investimento no momento da aplicação, uma vez que a remuneração do título é dada pela taxa Selic diária divulgada diariamente pelo Banco Central – que no dia que escrevo este artigo está em 6,9% ao ano – descontada ou somada ao ágio ou deságio que pode ocorrer na compra e/ou na venda antecipada do título.

Para saber se o preço do título está com ágio ou deságio, basta verificar a taxa praticada naquele momento. Se positiva, significa que o preço praticado está menor do que valor nominal (deságio). Se negativa, significa que o preço praticado está maior do que valor nominal (ágio). Dessa forma, quem compra com deságio irá receber a taxa Selic diária somada a taxa de compra, e quem compra com ágio irá receber a taxa Selic diária descontada a taxa de compra, isso tudo se o título não for vendido antes da data de vencimento. Em caso de venda antecipada, seu título também está sujeito ao ágio e/ou deságio.

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Se não ocorrer ágio ou deságio, seu título será integralmente remunerado pela taxa Selic diária. Em todos os casos, há incidência de imposto de renda sobre a rentabilidade da operação, além do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) em caso de resgate antes do prazo de 30 dias de investimento.

Tesouro IPCA

O Tesouro Direto é sempre uma boa opção. A sugestão é título IPCA +, que rende a variação da inflação e mais uma taxa pré-fixada. Isso te protege da inflação e rende um pouco a mais. Vale lembrar, no entanto, que o rendimento prometido na compra dos títulos do Tesouro só é cumprido se o resgate for feito na data do vencimento. Se o investidor quiser retirar o dinheiro antes, ele terá de vender seu título no mercado, podendo ter lucro ou prejuízo.

CDBs

O Certificado de Depósito Bancário, mais conhecido como CDB, surgiu como uma opção aos investimentos mais tradicionais. Os CDBs são títulos privados emitidos unicamente pelos bancos, cuja rentabilidade pode ser prefixada ou pós-fixada. Os títulos prefixados são aqueles em que a taxa de juros é conhecida no momento da aplicação, já os pós fixados são remunerados por um indexador – como a taxa DI ou IPCA – que pode ser somado a uma taxa de juros. Esse tipo de investimento também conta com a garantia do FGC.

Os títulos com maior rentabilidade (normalmente acima de 100% da taxa DI) não costumam oferecer liquidez diária, uma vez que é mais vantajoso para o banco que o investidor permaneça com a aplicação até a data de vencimento. Por esse motivo que títulos com liquidez no vencimento não são vantajosos quem procura um substituto para a caderneta de poupança.

Deu para perceber que a caderneta de poupança, o Tesouro Selic e o CDB têm características distintas, e pequenos detalhes que muitas vezes não prestamos atenção impactam diretamente a remuneração do título? Nesse sentido, o principal erro de muitos investidores é a falta de organização com os seus investimentos. Há quem acompanhe sua carteira de investimentos diariamente, há também quem o faça uma vez por mês. O mais importante é não deixar de verificar como anda a remuneração dos seus títulos. Você consegue fazer isso no Excel, mas garanto que o trabalho vai ser grande.


Melhores Investimentos em Renda Fixa para 2018

A Taxa Selic e a inflação devem continuar em baixa em 2018 e isto pode dar um impulso maior à economia ajudando o consumo, gerando demanda na indústria e melhorando o panorama da geração de empregos. Só que em 2018 teremos eleições, o que tende a alterar muito a rotina e o funcionamento dos Poderes, principalmente o Executivo e Legislativo. É o pleito que costuma jogar os gastos públicos pra cima, não só pelos custos das eleições, mas também com barganhas e liberação de verbas para projetos eleitoreiros.

Em 2018, já surgem diversos nomes de candidatos, como o Lula, Ciro Gomes e Jair Bolsonaro, mas nenhum deles ainda tem programa de governo efetivo. Isso dificulta a avaliação do humor do mercado para cada nome. De qualquer forma, seja lá quem ganhe a cadeira presidencial, para o investidor, o ideal é procurar proteção em investimentos de renda fixa mais seguros. Pode ser também interessante apostar um pouco mais na renda variável tendo em vista a queda da taxa de juros, mas este não é assunto deste post.

Corretora Rico

Com as incertezas e as turbulências típicas trazidas pelo ano eleitoral, torna-se mais prudente a estratégia de buscar aplicações que tragam um bom balanço entre risco e rentabilidade. Para ajudar a planejar seu futuro, o analista-chefe da Rico Investimentos, Roberto Indech, explica – no  programa ”Como Viver de Renda Fixa” – como o investidor que busca aplicações de logo prazo deve fazer suas alocações, levando em consideração as perspectivas  econômicas e políticas para o país.

As principais sugestões do analista para investimento em longo prazo são os títulos do Tesouro Direto  atrelados à inflação, as debêntures de  e os CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) e CRAs Certificados de Recebíveis do Agronegócio). Porém, a regra mais importante é a diversificação. Seja qual for seu perfil, é preciso ter uma estratégia para ganhos e outra para mitigar riscos. Este é o caminho que a Rico recomenda para uma carteira de sucesso em 2018.

A corretora entende que, em geral, os ativos e aplicações financeiras não mudam muito conforme o perfil. O que caracteriza o perfil de cada investidor é a quantidade de dinheiro para investir e a disposição para assumir riscos. Desta forma a corretora definiu alguns investimentos de renda fixa mais adequados paras os perfis conservadores e moderados.

Melhores Investimentos para Conservadores

Tesouro Direto Selic: se deseja liquidez em 2018 para compra de um bem, por exemplo;

Tesouro Direto IPCA: se pretende ficar até o vencimento com o título;

LCI ou LCA: paga um percentual do CDI, taxa sempre muito próxima à Selic. Não paga IR, nem taxas administrativas;

CDB: em geral paga um percentual do CDI, taxa sempre muito próxima à Selic. Não tem taxa administrativa.

Melhores Investimentos para Moderados

Letras de câmbio: é fácil de encontrar opções que pagam acima do 100% do CDI. Importante verificar se possui carência da instituição que o emite;

Debêntures: ótimo título de crédito privado para o perfil conservador. As debêntures incentivadas não têm IR e não pagam juros mensais. Saiba mais sobre essa aplicação aqui;

Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI): indicado para quem já possui uma carteira de investimento definida e gostaria de diversificar seus investimentos. Não é garantido pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC).



Eu Quero Investir

Devido as eleições, 2018 promete ser um ano de grande volatilidade para as ações e os juros. Neste cenário, a equipe do site Eu Quero Investir entende que o ideal é que você não escolha um único investimento, mas sim uma carteira diversificada.

A dica é investir de acordo com o seu perfil de investidor, pois, toda carteira de investimento tem que começar por esta pedra fundamental de onde se apoiam todos os conceitos sobre os seus investimentos.
Afinal não existe um melhor investimento e sim o melhor investimento para o seu perfil.

Os conservadores tem que pensar em proteger seus investimentos neste ano, e por isso a aposta ideal é nos investimentos pós-fixados. Eles serão a maior parte da carteira pensada para estes investidores. Um exemplo são os CDBs mais longos, que podem ser encontrados rendendo 126% do CDI.

Agora imagine a situação: Inflação de 4% e taxa SELIC de 6,5%. Isso vai nos deixar com um juro real de apenas 2,5%. Ou seja, ativos como as NTNB estarão sendo vendidos pagando IPCA+ 2,5% no caso das mais curtas e IPCA+ 3,5% para as mais longas, com vencimento em 2035, 2045, 2050, 2055. O que trará uma grande valorização para estes ativos, pois como você já viu, quando a taxa cai o preço do ativo sobe, em um processo conhecido como marcação a mercado.

A equipe do site Eu quero Investir sugere os CDBs de prazo maior do que 2 anos – pois só pagam 15% de IR. Você pode encontrar CDBs rendendo 126% do CDI com vendimento em 2 ou 3 anos. Mas caso você fique desconfortável com os prazos, pode encontrar alguns bons fundos de crédito rendendo entre 120% do CDI e 130% do CDI e que tem resgates entre 60 e 180 dias, que apesar de não possuírem o FGC (e alguns nem são classificados como RF), possuem prazos bem mais curtos e retornos muito constantes.

Na parte de liquidez, ou seja, de resgate imediato, procure por CDBs de liquidez diária que paguem 100% do CDI, ou então fundos que rendam mais que 102% do CDI depois das taxas (pois os mesmos possuem come cotas). Outra alternativa são os Créditos Privados (CRI, CRA e Debêntures). Ultimamente tivemos boas ofertas de CRIs pagando CDI+3% isentas de IR. Novamente estamos falando de ativos sem FGC, mas que tem alguma liquidez, e muitos são de empresas muito grandes com classificação de risco (rating) AAA.

Para quem quer ficar com a garantia do FGC, a sugestão são os CDBs que podem ser encontrados com prazos de 3 anos pagando IPCA+ 5,8% e até IPCA+ 6,4% para 4 anos.

Outra alternativa para prazos mais longos, e que ainda se beneficiam de um possível achatamento dos juros reais para 3% (imaginando que por exemplo a SELIC pode ficar em 7% e a previsão de inflação em 4%), são os Títulos do Tesouro. Hoje você pode encontrar NTNBs pagando IPCA+ 5,4% com vencimentos além de 2035.

Para os mais sofisticados há opções ainda mais rentáveis como os CRIs, CRAs e algumas Debêntures incentivadas. Assim como os CRIs e as CRAs as Debêntures Incentivadas não sofrem incidência de IR e podem ser encontradas rendendo até IPCA+ 7%.

Monitoramento

A dica para acompanhar os diversos títulos de renda fixa disponíveis no mercado é baixar um aplicativo de investimentos, como por exemplo o App Renda Fixa, que seja capaz de permitir a comparação e pesquisa de investimentos de renda fixa de diversos bancos e corretoras, bem como cadastrar e acompanhar a rentabilidade de títulos de renda fixa como CDB, LCI, LCA, debêntures, entre outros. Este App, no caso do Tesouro Direto, permite que o usuário faça o login com a sua conta CEI mostrando automaticamente os títulos públicos cadastrados em seu CPF de forma unificada.

aplicativo renda fixa 2018

Para mais detalhes da carteira, basta selecionar o título de interesse que a ferramenta trará uma comparação com a caderneta de poupança e as rentabilidades bruta e líquida. É uma ferramenta útil para quem precisa organizar seus investimentos de forma simples e rápida!

aplicativo renda fixa

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14 comentários em “Melhores Investimentos em Renda Fixa

  1. Fabio Responder

    Muito bom o post.Não sei se estou falando bobagem , se acho que vi algo que não existia ou se foi mesmo um lapso psicológico.Não tem banco de segunda ou terceira linha( quase uma financeira) dando LCI por 130% do CDI?Imaginando 500 Mil e 180 dias.Viajei?Sonhei?
    Parabéns pelo post e pelo blog , grande abraço,

    Fabio.

    • Ábaco Líquido Autor do postResponder

      Olá Fábio!

      Obrigado!
      Você lembra onde viu esta LCI?

      Abraço!

  2. Leandro Responder

    Legal, mas como eu invisto via corretora como investidor nao residente fiscal no br?

    • Ábaco Líquido Autor do postResponder

      Olá Leandro!
      Procure um corretora para que ela possa lhe dar os procedimentos a serem feitos.
      Abraço!

  3. Nazareno Brasil - luxo-nem-lixo.blogspot.com.br Responder

    Já que você disse “nem tanto” no comentário acima, deixo aqui um “é o guia quase completo para renda fixa”!

    Acho que RF volta a ter força a partir do quarto trimestre, até lá só aplicaremos pra aguardar oportunidades de bolsa ou outros investimentos mais arriscados.

    Ainda mais sucesso em 2018, Uó!

  4. ANDRE R AZEVEDO Responder

    Muito bom Uó! Um ótimo guia para os investidores mais conservadores.

    Um pitaco: Fundos Imobiliários de recebíveis são uma boa forma de aplicar em CRIs, que geralmente exigem altos volumes para investimento, com pouco dinheiro. Claro que antes de distribuir os rendimentos, tem a taxa de administração, mas muitos deles, mesmo assim, estão pagando rendimentos superiores às taxas médias de RF.

    Abraço!

    • Ábaco Líquido Autor do postResponder

      Bem lembrado André!
      Obrigado pela contribuição.
      Abraço!

  5. Rosana - Simplicidade e Harmonia Responder

    Uó,

    Muito bom o seu post, ficou bem didático.
    Gostei das dicas para moderados, vou acompanhar as taxas no site da corretora.

    “O risco será grande para quem se posicionar na bolsa de valores, seja comprando ações ou aplicando em fundos multimercado.”
    Essa é uma informação muito importante, sem dúvida, um ano de cautela nesse sentido.
    Em sua opinião, o IVVB11 seria mais seguro nesse sentido?

    Abraços,

    • Ábaco Líquido Autor do postResponder

      Bom dia Rosana, obrigado!

      Eu sou suspeito para falar de bolsa, pois mesmo em um ambiente tão incerto como o atual, minha exposição é grande em ações. Meu perfil é muito agressivo, por isto quase não tenho renda fixa em carteira. Por outro lado, ainda não invisto no exterior e nem no IVVB11, e sinceramente não estou com a mínima vontade de me expor no mercado americano neste momento. Minha forma de me proteger contra possíveis queda do mercado brasileiro é vendendo índice e comprando dólar, sempre através de derivativos, mas no momento não tenho dólar comprado e minha venda do índice está leve.

      Abraço!

    • Ábaco Líquido Autor do postResponder

      Obrigado Maurício, mas nem tanto, renda fixa não é meu forte, rs.

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