Eleições 2018 – Eleições gerais: São as eleições realizadas simultaneamente em todo o país para eleger o presidente e o vice-presidente da República, os governadores e seus vices, senadores, deputados federais e estaduais.

Vejo dois cenários para 2018: um de polarização e o outro o cenário da pulverização. O que vai determinar ou um ou outro é a presença ou não do Lula como candidato. Se Lula for candidato, nós vamos caminhar para um cenário de polarização no Brasil, porque ele tem uma base eleitoral de pelo menos 20%, chega ao segundo turno e rapidamente vai se estabelecer quem é o anti-Lula. E vai polarizar. Se o Lula não for candidato, vamos caminhar para o cenário da pulverização. Vamos ter muitos candidatos, mais ou menos como tivemos em 1989 e só alguns meses antes da eleição vai ficar claro quem são os dois ou três competitivos que vão chegar ao segundo turno. Vamos ter uma dispersão grande, de muitos que vão se animar inclusive a se candidatar, que hoje não estão no radar e vão tentar porque o quadro vai ficar muito aberto. A presença ou não do Lula vai fazer toda a diferença. (Eduardo Giannetti)

Eleições 2018 Datas

O calendário das Eleições Presidenciais de 2018 no Brasil foi aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no dia 10 de novembro de 2015. O primeiro turno aconteceu no dia 2 de outubro e o segundo turno será no dia 30 de outubro. Vale lembrar que as datas podem ser alteradas com a divulgação oficial do calendário eleitoral pelo TSE.

  • 2 de outubro de 2017: Termina o prazo para o candidato trocar o seu domicílio eleitoral para o município que irá concorrer.
  • 1 de janeiro de 2018: Torna-se obrigatório o registro das pesquisas eleitorais realizadas pelos institutos de pesquisas.
  • 5 de março de 2018: Último dia para comunicação das instruções das Eleições Presidenciais 2018 pelo TSE.
  • 2 de abril de 2018: Prazo limite para o candidato estar filiado a um partido.
  • 4 de maio de 2018: Data final para o eleitor solicitar a inscrição ou alterar o título de eleitor, transferir o domicílio eleitoral, regularizar a situação ou requerer a transição para Seção Eleitoral Especial (destinada aos eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida).
  • 13 de junho a 3 de agosto 2018: Fase em que são escolhidos os integrantes das Mesas Receptoras.
  • 5 de julho de 2018: Passa a ser permitido ao candidato a propaganda intrapartidária visando sua nomeação à candidatura. É vetado o uso de rádio, televisão e outdoor.
  • 20 de julho a 5 de agosto de 2018: Período no qual os partidos estão autorizados a promover convenções para a definição dos candidatos.
  • 3 de agosto de 2018: Data limite para o eleitor solicitar a segunda via do título de eleitor fora do seu domicílio eleitoral.
  • 15 de agosto de 2018: Final do prazo para os partidos políticos e coligações registrarem seus candidatos.
  • 16 de agosto de 2018: Início da propaganda eleitoral.
  • 26 de agosto de 2018: Começa a propaganda eleitoral gratuita através do rádio e televisão.
  • 13 de setembro de 2018: Prazo limite para a definição e comunicação dos partidos políticos à Justiça Eleitoral dos gastos de campanha dos candidatos.
  • 15 de setembro de 2018: É publicado pela Justiça Eleitoral o relatório das receitas em dinheiro coletadas pelos partidos políticos para patrocinar as campanhas eleitorais.
  • 22 de setembro de 2018: Prazo final para o eleitor requisitar em seu domicílio eleitoral a segunda via do Título de Eleitor.
  • 29 de setembro de 2018: Fim da propaganda eleitoral gratuita veiculadas no rádio e na televisão.
  • 30 de setembro de 2018: Termina o período da exibição de propaganda eleitoral paga.
  • 2 de outubro de 2018: Primeiro turno.
  • 3 de outubro de 2018: Início da propaganda eleitoral referente ao segundo turno, somente a partir das 17h.
  • 5 de outubro de 2018: Último dia para o mesário que abandonou a votação no primeiro turno justificar sua ausência.
  • 28 de outubro de 2018: Encerramento da propaganda eleitoral gratuita através do rádio e da televisão associada ao segundo turno.
  • 29 de outubro de 2018: Acaba a propaganda eleitoral paga relativa ao segundo turno.
  • 30 de outubro de 2018: Segundo turno.



Eleições 2018 Cargos

Nas eleições gerais que acontecem no Brasil em 2018, os brasileiros irão às urnas para eleger seus representantes para os seguintes cargos:

  • Presidente da República;
  • Governadores;
  • Senadores;
  • Deputados Federais;
  • Deputados Estaduais/Distrital;

Presidente da República

O Presidente que for eleito nas eleições 2018 irá governar o país pelo período de quatro anos, ou seja, seu mandato inicia-se em 1º de janeiro de 2019 e termina no dia 31 de dezembro de 2022.

Governadores

Nas eleições 2018 serão eleitos os Governadores das 27 unidades federativas do Brasil (26 estados e o Distrito Federal), todos com mandato de quatro anos, iniciando em 2019 e finalizando em 2022 como acontece com o cargo do Presidente da República.

Senadores

Oitenta e um é o número total de Senadores, sendo que cada um dos 26 estados mais o Distrito Federal elege 3 Senadores cada.

O tempo de mandato de um Senador é de 8 anos, porém existem eleições para o cargo de quatro em quatro ano, onde alternadamente renovam-se as cadeiras por um e dois terços.

Deputados Federais

O mandato para o cargo é de quatro anos, sendo que o candidato eleito Deputado Federal, pode concorrer a sucessivas reeleições.

Deputados Estaduais

Também possui um mandato de quatro anos, podendo concorrer a sucessivas reeleições.

6 Mitos Sobre Eleições que Você Precisa Saber

A internet está repleta de informação sobre as eleições 2018, mas grande parte destas informações está incorreta. Conheça 6 afirmações erradas sobre as eleições que você provavelmente já ouviu.

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1. Voto em branco vai para quem está ganhando

O voto em branco não é um voto válido e por isso não é atribuído a qualquer candidato. Por esse motivo, ele não é atribuído a quem está na frente. No entanto, os votos em branco podem influenciar indiretamente o resultado da eleição. Sabe como? Descubra mais aqui.

2. Votos nulos podem anular a eleição 2018

Esta informação errada está fundamentada na confusão entre voto nulo e nulidade do voto. Os votos nulos não são considerados válidos e por isso não contam para a apuração do resultado. A nulidade do voto acontece quando é confirmada alguma fraude no processo eleitoral. Neste caso, a eleição pode ser anulada. Veja quando a eleição pode ser anulada no artigo Voto Nulo Pode Anular a Eleição?

3. quem tem mais votos é eleito nas eleições 2018

Nas eleições, um candidato pode ser eleito para um cargo com menos votos do que outro. Isso acontece porque existe o quociente eleitoral e partidário que influenciam o número de votos necessários para que um candidato seja eleito. Descubra mais aqui.

4. Depois da eleição 2018 é possível saber em qual candidato o eleitor votou

Quando a eleição termina, é impresso um boletim de urna, que contém um registro com os votos e o número de eleitores (além de outras informações sobre a eleição). Esse boletim é afixado na seção eleitoral, sendo disponibilizado para os fiscais. Os votos aparecem de forma aleatória, desta forma a Justiça Eleitoral garante que não é possível ligar o voto ao eleitor. Ainda tem dúvidas? Veja como funciona a apuração de votos.

5. Quem não votou na última eleição não pode votar na eleição 2018

Não necessariamente. A lei eleitoral indica que uma pessoa que não vota em três eleições consecutivas tem o seu título de eleitor cancelado, não podendo votar. Nestes casos, cada turno conta como uma eleição. Assim, se uma pessoa não votar no primeiro e no segundo turno de uma eleição, terá que votar na próxima eleição, ou terá o seu título cancelado. O mesmo se aplica aos turnos. Quem não votou no primeiro turno, poderá ou não votar no segundo, dependendo se a ausência do voto foi a segunda ou terceira seguida. Aprenda como consultar a sua situação eleitoral.

6. Ninguém pode ser preso durante as eleições

É verdade, porém há exceções. Cinco dias antes das eleições até 48h depois do fim da votação, eleitores não podem ser presas, a não ser caso de flagrante delito, por motivo de sentença criminal condenatória por crime inafiançável ou por desrespeito a salvo-conduto.

Fonte: Tribunal Superior Eleitoral


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